Jan Terwak foi o vencedor do Concurso Dirt Action – Fox e passou um dia treinando com Balbi no ASW Off Road Park em Mogi das Cruzes.
Veja as imagens produzidas por Idário Café:
Jan Terwak foi o vencedor do Concurso Dirt Action – Fox e passou um dia treinando com Balbi no ASW Off Road Park em Mogi das Cruzes.
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MX Nações – Transmissão ao vivo no domingo a partir das 8h

Acompanhe no MotoX a transmissão ao vivo do Motocross das Nações
Neste domingo, 4 de outubro, acontece o maior evento do Motocross Mundial. Trinta e seis países lutam para conquistar a coroa no evento considerado as olimpíadas do Motocross.
A equipe brasileira, 14ª colocada em 2008, luta para conquistar seu melhor resultado no evento, desta vez competindo com motocicletas 100% protótipos de fábrica.
As transmissões começam às 8:00 horas da manhã neste domingo.
Horários (hora de Brasília)
08:00 – 08:45 Race 1 MX1 + MX2
09:30 – 10:15 Race 2 MX2 + Open
11:00 – 11:45 Race 3 Open + MX1
11:45 – 12:00 Premiação e entrevistas
Para assistir, clique aqui: MOTOX
Público lota arquibancadas e encanta pilotos na Grande Final do Campeonato Mundial de Motocross
Segundo estimativa da polícia militar, cerca de trinta e cinco mil pessoas estiveram presentes neste domingo no motódromo Arthur Jachowicz, em Canelinha, Santa Catarina, na Grande Final do Campeonato Mundial de Motocross. A empolgação do público aumentou o ritmo dos pilotos, que travaram disputas acirradas pelos primeiros lugares. Durante o fim de semana, mais de quarenta mil pessoas prestigiaram o evento.
Entre os dirigentes da Youthstream, a prova foi considerada inesquecível. O presidente da FIM, Wolfgang Srb, foi só elogios ao evento. “Foi, talvez, a melhor prova da temporada. O motocross, definitivamente, tem que estar no Brasil. A paixão esteve aqui e tudo o que aconteceu foi simplesmente impressionante”.
As provas
A principal expectativa estava em torno da MX2, onde o português Rui Gonçalves e o francês Marvin Musquin ainda brigavam pelo título. A disputa, porém, acabou logo na primeira bateria, quando Musquin faturou a vitória e conquistou o título.
Musquin largou mal e terminou a primeira volta na quarta colocação, enquanto Rui fez o oposto e largou na liderança da prova, mas logo na quarta volta o francês assumiu a liderança e não deu mais chances a nenhum adversário, conquistando o seu primeiro campeonato.
“Quando a prova começou, no início da primeira bateria, eu fiquei um pouco preocupado com os resultados, mas logo comecei a andar bem, passei o Rui Gonçalves e fiquei tranqüilo. Não tinha nenhuma estratégia especial para a prova, eu sou o mais rápido e vim aqui para ganhar”, afirmou o piloto.
Já o português Rui Gonçalves lamentou uma falha na sua moto na primeira bateria que lhe tirou as chances de título. “Larguei bem e estava muito rápido, mas, logo em seguida, minha moto começou a dar problemas e perdi velocidade. Não quero entrar em detalhes”, disse.
Na segunda bateria o destaque foi Ken Roczen, de apenas 15 anos. A empolgação da torcida com o desempenho do alemão era tanta que, no final da prova, ele afirmou que se considera meio brasileiro. “Foi totalmente impressionante. Eu não sei direito porque eles estavam com tanta torcida para mim, mas sei que eu me senti realmente confortável na pista. Não tenho palavras para descrever esse público. Foi um evento maravilhoso”. O vencedor novamente foi Marvin Musquin.
Na MX1, o título já estava definido e o campeão Antonio Cairoli que, se recuperando de uma lesão no joelho, não conseguiu repetir o desempenho das etapas anteriores. Melhor para os belgas Clement Desalle e Steve Ramon que venceram a primeira e segunda bateria, respectivamente.
Os Brasileiros
Entre os brasileiros, destaque para os irmãos Balbi e Swian Zanoni. Depois de passar o ano todo no AMA, Jorge Balbi reencontrou o público brasileiro. A festa foi tão grande que o piloto, que terminou em 10º lugar, mal conseguia explicar a sua felicidade. “Eu acho que o Clement Desalle deve ter ficado muito chateado porque ele estava ganhando a prova e o público só gritava o meu nome. Eu não conseguia me conter debaixo do meu capacete”, afirmou o piloto que foi o primeiro brasileiro da história a terminar uma etapa do mundial entre os dez primeiros.
Durante a semana, Balbi havia afirmado que o seu sonho era terminar entre os top ten e mostrar que a temporada de 2004, em que havia feito algumas etapas, fazia parte do passado. Com a classificação, o piloto atingiu o objetivo. “Principalmente na primeira bateria andei muito forte, no meio dos pilotos de fábrica. O meu duelo com o Swanepoel, piloto da Kawasaki Factory, mostra que posso andar bem no Mundial”. Após a corrida Balbi foi sondado por algumas equipes e revelou que pode correr toda a temporada do mundial em 2010.
Mariana Balbi também se destacou ao se tornar a primeira mulher da história a participar de uma etapa de Mundial. Ela terminou na 20ª colocação, a frente de dez homens. Na MX2, o melhor brasileiro foi o piloto mineiro Swian Zanoni, que terminou a etapa de Canelinha na 14ª colocação. “Queria ficar de qualquer jeito entre os quinze. Na primeira bateria, tomei uma queda na primeira volta. Recuperei, mas na última volta bati o pé com muita força e por isso tive que andar com muito cuidado na bateria final”.
O Honda GP Brasil de Motocross foi realizado pelo Grupo Lance! e Youthstream, patrocinado pela Honda e tem o apoio do Governo de Santa Catarina através do Fundesporte, da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte. A supervisão é da Federação Internacional de Motociclismo, Confederação Brasileira de Motociclismo e Federação Catarinense de Motociclismo.
Fonte/Fotos: Yes.Sports
No último final de semana rolou a abertura do AMA Motocross em Glen Hellen. Balbi, que está estreando numa nova equipe é quem, conta como foi. Veja algumas partes do relato:
“Como todos sabem no último sábado aconteceu a tão esperada abertura do AMA Motocross. Estava muito ansioso nos dias que antecederam o evento. Muitas coisas aconteceram nas últimas semanas e tive que me controlar ao máximo para tomar as melhores decisões com patrocinadores, equipes e etc.
(…)
Saí logo atrás do Tedesco. Vinha junto com ele a volta inteira e em uma das decidas da pista tomei a linha de fora, pois achei que era mais rápida ao saltar o duplo. Descendo descobri que ainda tinha muita lama na recepção e a moto agarrou e eu acabei passando por cima do guidão, virando de frente.
Caí feio. Muito feio… Não lembro muito bem o que aconteceu. Daí em diante, apaguei e quando voltei a mim, vi que minha cabeça além de não estar funcionando perfeita, estava sangrando bastante.
(…)
Saí do ambulatório e os médicos me aconselharam a não correr. Fiquei muito triste, mas pedi a Deus que me ajudasse a tomar a melhor decisão. De uma coisa eu tinha certeza, ele já estava lá comigo durante todo o tempo e graças a ele nada mais serio aconteceu. Algo dentro de mim me disse você pode.
Cheguei no caminhão da equipe, comi algo rápido e o Max, como sempre, já tinha arrumado a moto que se empenou bastante no tombo. Coloquei o equipamento e lá estava eu, pronto para mais uma largada.
(…)
Cai o gate…………………………………..segunda,terceira,quarta,quinta marcha. A largada de Glen Hellen é algo sensacional! Larguei no bolo e cruzei a primeira volta em 14º lugar.
(…)
Daí em diante meu preparo físico começou a fazer diferença. Comecei a chegar no pelotão da frente e com a adrenalina da disputa, finalmente me sentia como o Balbi que eu conheço rs…
Briguei muito com o M.Byrne, T.bowers e também com o mais novo piloto chegado da Nova Zelândia, J.Mcdonald.
(…)
Com certeza, após tudo que aconteceu, saí de Glen Hellen bem feliz. Foi um dia difícil, muito duro e um dos mais difíceis da minha carreira. Lutei com todas as forças que tinha e graças a Deus consegui transformar o que poderia ser um péssimo dia num excelente resultado.”
Quer ver o relato completo de como foi? CLIQUE AQUI e visite o blog do Balbi…
Dia de glória para o motociclismo nacional. Representado pelo Team Honda, o Brasil conquistou a melhor classificação da história no Motocross das Nações, neste domingo, na pista de Donington Park, em Castle Donington, Inglaterra. Além de vencer a Bateria B, que disponibilizou apenas uma vaga para a fase final, o trio de pilotos formado por Balbi (Open), Leandro Silva (MX1) e Wellington Garcia (MX2) assegurou o 14o lugar na classificação geral, superando a 16a posição do ano passado. O evento, considerado a Copa do Mundo da modalidade, recebeu a elite do motocross dividida em 35 países, com um público de 60 mil pessoas.Wilson Yasuda, chefe de equipe da delegação nacional e gerente de competições da Honda do Brasil, ficou extremamente satisfeito com o resultado. “Tivemos um dia difícil e todos – pilotos, mecânicos e staff – trabalharam muito bem. Chegamos na fase final com o objetivo de melhorar a classificação do ano passado e atingimos um resultado melhor ainda”, comentou. “Isso tudo demonstra que o Brasil tem condições de correr com todos esses países em uma competição tão importante. Somos uma equipe poderosa e determinada. Tenho certeza de que este resultado vai abrir novos horizontes para o motociclismo nacional”, continuou.
O mineiro Balbi, que emplacou o melhor desempenho do Brasil nas finais com uma 12a colocação, parabenizou a equipe. “Fiz o meu melhor resultado individual e estou muito feliz. Parabéns a todo o time do Brasil e a Honda, que acreditou no grupo. Nós conseguimos retribuir na pista e já vamos começar a pensar no ano que vem. Agora temos que continuar ‘descendo a serra’”, disse o piloto, com bom humor.
O paranaense Leandro Silva ressaltou a superação da equipe. “Não nos classificamos ontem, mas levantamos a cabeça e viemos com toda a motivação para as baterias deste domingo. Foi um aprendizado a cada corrida, e acabou dando tudo certo.” Wellington Garcia, de Goiás, completou: “Foi muito positivo, bem melhor que o ano passado. Apesar da equipe não ter dependido de mim para classificar e eu não estar me sentindo bem nas provas, todos nós evoluímos neste intervalo de um ano”.
Brasil vence bateria – Assim como em 2007, o caminho até a fase final foi pelo caminho mais árduo. Os brasileiros não se classificaram entre os 19 nas corridas qualificatórias e tiveram de buscar a única vaga disponível na chamada Bateria B.
A repescagem, marcada por frio e chuva fina e intensa, teve os pilotos das três categorias de cada país concorrente à vaga correndo juntos. Os adversários do Brasil na Bateria B foram Irlanda, Rússia, Suécia, República Checa, Portugal, Eslovênia, Eslováquia, Venezuela, Lituânia, Noruega, Islândia e Mongólia.
Balbi e Leandro Silva fizeram uma boa largada e iniciaram a prova em primeiro e terceiro lugares, respectivamente. Wellington Garcia, de Goiás, ficou para trás e caiu logo nas primeiras voltas. Leandro Silva chegou a assumir o terceiro lugar, mas acabou cedendo à pressão do russo Evgeny Bobryshev aos seis minutos de corrida. Balbi continuou ditando o ritmo da prova, sempre acompanhado de perto pelo irlandês Martin Barr.
A chuva deixou o terreno fofo bastante escorregadio, e os pilotos precisaram de muito controle para não deixar a roda escapar. Aos 25 minutos, Balbi perdeu a liderança para Bobryshev, que já havia ultrapassado Barr. Porém, nos minutos finais, Balbi caiu em uma funda valeta e quase viu o sonho da classificação ir por água abaixo ao voltar à prova na oitava colocação. Leandro Silva seguiu em quarto lugar, atrás de Martin Zerava, da República Checa.
Enquanto Bobryshev e Barr duelavam pela primeira posição da corrida, Balbi ia ganhando posições, mostrando bastante plasticidade nos saltos com as suas “entortadas”. O mineiro fechou a prova na quarta colocação, seguido por Leandro Silva. Os dois pilotos já eram aguardados por Wellington Garcia a poucos metros da chegada, e a comemoração foi bastante intensa na pista enquanto eram saudados pela torcida. O resultado de Wellington, a 21a posição, foi descartado.
O Brasil não teve muito tempo para festejar, já que precisou voltar à pista apenas 2h08min após o término da Bateria B para disputar as finais. Cada piloto enfrentou mais duas baterias exaustantes, as quais mesclaram duas classes, em um terreno bastante pesado. No final, a combinação de resultados garantiu o feito histórico para o Team Honda. Balbi teve o melhor desempenho individual, com um 12o e um 19o lugares. Leandro Silva ficou em 25o e em 26o, sen do que Wellington Garcia fez um 31o e um 33o – esta última colocação foi descartada.
No ano passado, em Budds Creek, circuito norte-americano, o Brasil também teve de buscar na repescagem a então inédita vaga para a final do Motocross das Nações. Com o mesmo trio de pilotos, o elenco nacional conquistou a 16a posição, sendo que os campeões foram os Estados Unidos. Com James Stewart, Ryan Villopoto e Tim Ferry, o elenco norte-americano conquistou novamente a taça em 2008.
Confira a classificação da fase final do Motocross das Nações 2008:
1 – Estados Unidos (26 pontos perdidos) – James Stewart, Ryan Villopoto e Tim Ferry
2 – França (31) – Sebastien Pourcel, Nicolas Aubin e Anthony Boissiere
3 – Bélgica (41) – Steve Ramon, Ken de Dycker e Jeremy Van Horebee k
4 – Inglaterra (42) – Tommy Searle, Billy Mackenzie e Shaun Simpson
5 – Itália (45) – David Philippaerts, Alex Salvini e Manuel Monni
6 – Austrália (55) – Michael Byrne, Chad Reed e Brett Metcalfe
7 – Espanha (58) – Jonathan Barragan, Carlos Campano e Alvaro Lozano
8 – Nova Zelândia (63) – Cody Cooper, Joshua Coppins e Scott Columb
9 – Suíça (82) – Julien Bill, Arnaud Tonus e Gregory Wicht
10 – Alemanha (96) – Maximilian Nagl, Daniel Siegl e Manuel Chittaro
11 – Finlândia (98) – Matti Seistola, Antti Pyrhonen e Harri Kullas
12 – Estônia (103) – Tanel Leok, Juss Laansoo e Gert Krestinov
13 – Canadá (107) – Colton Facciotti, Dusty Klatt e Tyler Medaglia
14 – Brasil (113) – Antônio Jorge Balbi Júnior, Leandro Silva e Wellington Garcia
15 – África do Sul (117) – Neville Bradshaw, Tyla Rattray e Kerim Fitzgerald
16 – Letônia (143) – Matiss Karro, Lauris Freibergs e Davis Livs
17 – Japão (160) – Yohei Kojima, Hiroaki Arai e Yoshiki Kitai
18 – Holanda (164) – Herjan Brakke, Ceriel Klein Kromhof e Marc de Reuver
19 – Porto Rico (100 – não completou as provas) – Zach Osborne, Tarah Gieger e Gino Aponte
20 – Dinamarca (134 – não completou as provas) – Rasmus Jorgensen, Nikolaj Larsen e Jensen Kasper
O Team Honda tem apoio da Mobil, Pirelli, Showa, ASW, Polisport, Riffel, Consórcio Nacional Honda, Oakley, Orbital, D.I.D., NGK, Master Freios, Pro Taper, Reebok e Griffe Correa.
Fotos: Idario Café /Vipcomm
Fotos: Idário Café/VIPCOMM

O tradicional Motocross das Nações, que está em sua 62a edição e é considerado a Copa do Mundo da modalidade, será realizado neste final de semana em Donington Park, circuito localizado na cidade de Derby.
A delegação brasileira está hospedada em Nottingham, eternizada pela lenda de Robin Hood. O sessão de amanhã será o primeiro contato dos pilotos brasileiros c om o equipamento que será utilizado no Nações. “Este treino será muito importante para prepararmos as motocicletas”, comentou Wilson Yasuda, chefe de equipe do Brasil e gerente de competições da Honda.
No ano passado, nos Estados Unidos, o time nacional fez história ao se classificar pela primeira vez à final do Motocross das Nações. Na ocasião, Balbi, Leandro Silva e Wellington Garcia representaram o Brasil.
O Nações é uma competição por equipes, ou seja, vale o resultado somado dos três pilotos de cada localidade. No total, competidores de 35 países disputarão o evento na Inglaterra. Balbi entra na disputa da categoria Open e Leandro Silva correrá na MX1 com a motocicleta Honda CRF 450R. Jean Ramos disputará a MX2 com uma Honda CRF 250R.

Leandro Silva, Jean Ramos, Jorge Balbi e Wellington Garcia representam o Brasil na Copa do Mundo do motocross
O Team Honda embarcou, nesta segunda-feira (22), rumo à Inglaterra para o desafio mais importante da equipe no ano de 2008: a disputa do Motocross das Nações. Leandro Silva, Jean Ramos e Jorge Balbi, além do piloto reserva Wellington Garcia, não vêem a hora de defender o Brasil na competição considerada a copa do mundo do motocross, que será realizada no próximo final de semana, em Donington Park, próximo à cidade de Derby, a 206 quilômetros de Londres.
Entre os quatro integrantes da equipe, três participaram da competição no ano passado, nos Estados Unidos. Leandro Silva, Wellington Garcia e Balbi pretendem levar a experiência adquirida para as pistas este ano e, assim, garantir um resultado melhor para o país. Este ano o Brasil correrá em três categorias: Balbi irá disputar a categoria MX Open e Leandro a MX1 com uma Honda CRF 450R. Já Jean Ramos corre na MX2 com a CRF 250R.
Balbi, que disputa a temporada norte-americana em competições como o AMA Supercross e o AMA Motocross, se sente recompensado por fazer parte do time que está à frente do país novamente e acredita que o trabalho em equipe é o que faz a diferença. “Nós tivemos a oportunidade de no ano passado sentir que o grupo faz a diferença, já que a disputa é feita por equipes”, destacou. Para o mineiro, o Nações tem um sabor diferente de todos os outros campeonatos. “É uma competição muito especial para mim. Sei que será uma prova bastante difícil. Quero somar valores ao time. Viver este momento de defender o país é a melhor coisa.”
Leandro Silva, apesar de saber das dificuldades da prova, garante que todos estão preparados. “Para mim foi muito bom saber que vou representar o país de novo. No ano passado o Balbi, o Wellington e eu conseguimos o 16º lugar, que foi um resultado inédito. Este ano, o objetivo é terminar em uma colocação melhor.”
Mesmo com as dificuldades, Leandro aposta na experiência adquirida pela equipe anteriormente. “As condições das pistas são totalmente diferentes. Acho que nós estamos mais preparados. Com certeza, vai dar tudo certo.”
Wellington Garcia recebeu a notícia de que iria completar o time no Motocross das Nações há pouco tempo. Recuperado de uma fratura no pé, o goiano garante que o esforço para estar bem valeu a pena. “Foi uma notícia ótima. Tive uma complicação quando há pouco mais de dois meses sofri uma lesão. Precisei trabalhar muito para isso. Agora precisamos conter a ansiedade para que ela não nos atrapalhe”, finalizou o goiano.
Já Jean Ramos estréia na competição e não esconde a ansiedade. “Para mim, é uma prova inédita. Ir ao Nações é o sonho de qualquer piloto. Acho que o Brasil estará muito bem representado. Nós estamos fazendo um bom trabalho. Agora, é esperar o final de semana para acelerar forte e mostrar o desempenho brasileiro”, disse o paranaense, que conquistou o primeiro lugar do Campeonato Latino-Americano este ano.
O gerente de competições da Honda, Wilson Yasuda, também tem grande expectativa para a prova. “Muitos países europeus que não disputaram a prova nos Estados Unidos, em 2007, estarão presentes na Inglaterra. Por isso será ainda mais competitivo. Nossa responsabilidade é grande”, disse.
Programação:
Sábado – Dia 27/09
10h – Treinos MX1
11h – Treinos MX2
11h – Treinos Open
14h30 – Prova classificatória MX1
15h20 – Prova classificatória MX2
16h20 – Prova classificatória Open
Domingo – Dia 28/09
8h40 – Warm-up
12h58 – corrida MX1 + MX2
14h28 – corrida MX2 + Open
15h58 – corrida MX1 + Open
O Team Honda tem apoio da Mobil, Pirelli, Showa, ASW, Polisport, Riffel, Consórcio Nacional Honda, Oakley, Orbital, D.I.D., NGK, Master Freios, Pro Taper, Reebok e Griffe Correa.O Team Honda tem apoio da Mobil, Pirelli, Showa, ASW, Polisport, Riffel, Consórcio Nacional Honda, Oakley, Orbital, D.I.D., NGK, Master Freios, Pro Taper, Reebok e Griffe Correa.
Depois de receber na etapa anterior o troféu “The Ricky Carmichael Hard Charger Award”, prêmio dado ao piloto que fez a melhor prova de recuperação no fim de semana, Balbi participou da 6ª etapa do AMA Motocross. Confira algumas partes do relato do próprio piloto e depois confira tudo no Blog do Balbi:
“Esse fim de semana que passou corri mais uma etapa do AMA Motocross, em Buchanan. Ela marca exatamente a metade do campeonato. Essa etapa foi muito positiva para mim. Conquistei o meu melhor resultado em baterias.
(…)
A minha semana que antecedeu a prova foi muito boa. Pela primeira vez antes de uma prova me sentia 100% fisicamente, mentalmente e tecnicamente. Agora, eu acredito estar em minha melhor forma. O tombo e a lesão na mão me complicaram um pouco. Os treinos e a minha confiança não estavam como antes. É muito bom chegar a metade do campeonato mais disputado do mundo, com muita confiança e me sentindo cada vez melhor. Agradeço muito a Deus por essa oportunidade de correr no AMA.
(…)
No sábado, andei muito bem e nas duas seções de treinos estive entre os top10. Sem mesmo precisar de força.
(…)
Pulei muito bem do gate e após uma eletrizante primeira volta, eu era o sexto colocado. Eu estava atrás de Tim Ferry. Procurei me concentrar muito. Não queria deixá-lo escapar, pois ele sempre tem linhas agressivas e inteligentes. Fiz tudo certo e me mantive na cola dele por duas voltas. Ele acabou caindo e assim fui para a quinta colocação. Com o tombo de Tim Ferry, acabei perdendo um pouco da referência do pelotão da frente. Tive que manter meu ritmo forte, pois atrás de mim tinha muita gente boa. Aos 15 minutos de prova, o meu mecânico Max me deu a placa de quinto lugar…”
QUER SABER COMO FOI QUE TERMINOU? CLIQUE AQUI E VÁ DIRETO AO BLOG DO BALBI
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Jorge Balbi participou de mais uma etapa do AMA Motocross, a 5ª etapa, que pela primeira vez na história aconteceu de noite.
Veja abaixo alguns trechos da história da corrida, contada pelo próprio Balbi:
“Mais um fim de semana passou e mais uma etapa do AMA Motocross aconteceu. Para mim não foi apenas uma etapa qualquer. Foi a primeira prova noturna no AMA Motocross. Sem sombra de dúvidas considero essa uma das melhores corridas minhas, mas não a com melhor resultado. Andei muito forte e estou muito feliz com isso.”
(…)
“Fui para segunda bateria sabendo que velocidade eu tinha e que precisava de uma boa largada para conseguir um bom resultado. Vocês não vão acreditar. Escolhi o melhor lugar do gate. Eu estava do lado de nada mais nada menos que J. Stewart.”
(…)
“…tinha quase 10 segundos de diferença para o próximo pelotão, que eram os pilotos Jeff Alessi e Nick Wey. Dei tudo que tinha e vim tirando a diferença. A três voltas do fim estava na cola do Alessi, que me deu muito trabalho por sinal, porém, consegui a ultrapassagem. Faltando uma volta para o fim da corrida fui para cima do N. Wey. No finalzinho quando encostei nele a gente cruzou a linha de chegada.”
(…)
“No fim da noite, eu já estava arrumando as malas para ir pro hotel. Recebi a noticia que a AMA havia me escolhido para receber o premio “the Ricky Carmichael Hard Charger Award”, prêmio esse que é dado ao piloto que fez a melhor prova de recuperação no fim de semana.”