Sobre CRF´s e TTR´s

Este site não vende peças e não faz preparação de motos. As preparações que tem no site são extraidas dos sites das oficinas que realizam a preparação. Portanto para saberem mais informações sobre o tipo de preparação, sugiro entrar em contato direto com o preparador.

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TEST-DRIVE CRF 230F

Depois de 3 anos parado, estou de volta ao mundo off-road. Através da Motosmar/Honda, adquiri uma CRF 230, motocicleta de fabricação nacional que era destinada apenas ao mercado externo, mas que agora (já tem cerca de 1 ano) está sendo comercializada no Brasil. A moto é voltada exclusivamente para o off-road, pronta pras trilhas.

Nunca tinha andado na CRF, mas muitos amigos que andaram na moto me falavam “a moto foi feita pra vc”, “vc vai adorar a moto”, “pra seu peso e seu tamanho é ideal” e algumas coisas desse tipo. Peso 65 quilos e meço 1,68. Porém ainda tinha alguns preconceitos, apesar de nunca ter andado com a moto.

Há uns 20 dias tive a oportunidade de experimentar a CRF, porém não quis tecer nenhum comentário anterior aqui, pois andei apenas uns 30/40 quilômetros de trilhas leves. No penúltimo final de semana andei mais, andei cerca de 100 quilômetros de trilhas mais pesadas na sexta-feira (feriado) e uns 70 quilômetros no sábado. E no último final de semana participei de um enduro de cerca de 250 quilômetros.

Andei portanto em quase todo tipo de trilhas e em todas as situações, desde uma trilha tranqüila a um enduro, competindo na categoria principal e com um nível bastante competitivo. Andei em todo tipo de terreno e trilha. Trilhas travadas, de média, de alta, pedras, areião, estradas, etc. Deu pra fazer uma análise completa da moto.

Já na primeira oportunidade, alguns de meus preconceitos foram por água abaixo. A moto tem um posicionamento legal, é fininha e super leve. A ciclística é fantástica e a moto é muito fácil de andar. Não cansa e não desgasta o piloto.

Mas o que me surpreendeu mesmo foi o desempenho do motor. A moto é muito mais esperta que a Tornado e aliada ao fato da moto ser muito mais leve, ou talvez por isso mesmo, se porta muito bem nas trilhas e tem ótima resposta, principalmente nas trilhas de baixas e médias velocidades. As retomadas são rápidas e as marchas bem escalonadas. A relação secundária é ideal, bem dimensionada e não precisa alteração, a moto chega fácil aos 80/90 quilômetros por hora. (No enduro cheguei a passar dos 100, pra tirar atraso).

O freio dianteiro é muito bom, a disco. O freio traseiro, apesar de ser a tambor, não deixa a desejar, proporciona freadas suaves e precisas e não trava.

A minha apreensão maior era quanto às suspensões, principalmente dianteira, mas as suspensões são macias e confortáveis. Para quem está começando e para quem pesa menos de 80 quilos, acho que nem precisa alteração. Porém para um estilo de pilotagem um pouco mais agressivo e para pilotos “com um pouco mais de peso”, sugiro colocar um emulador de suspensão na dianteira. O emulador de suspensão permite controlar a velocidade em que a suspensão se desloca e permite algumas regulagens, tanto na absorção de impactos quanto no retorno da suspensão.

Conclusão:

A minha opinião, conforme já havia escrito aqui antes, é que o mercado vai ser dominado pelas vermelhinhas. A CRF é muito boa e não fica muito atrás das importadas, mas fica muito à frente das outras nacionais. A relação custo/benefício é o ponto alto, já que custa metade do preço de uma importada e a diferença entre elas não é tão grande assim. A moto é muito divertida e atende desde aqueles que estão iniciando nas trilhas quanto aqueles que já tem experiência. Basta lembrar que o Enduro da Independência deste ano foi vencido na categoria Máster por um piloto em uma CRF 230 original, apenas com preparação na suspensão dianteira. Dependendo do percurso, se muito travado, ainda acho que a CRF é mais adequada que muitas importadas.

A conclusão é que a CRF 230 é disparado a melhor escolha entre as motos nacionais para a prática do off-road. Entre qualquer outra moto nacional ou uma importada velha, fico com a CRF 230, sem dúvida nenhuma.

Ah, e quanto ao enduro de que participei no último final de semana, fiquei com o 1º lugar, à frente de uma Yamaha WR 250F e de uma KTM 450F…

 
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CRF 230 X TTR 230

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Alguns dias atrás tive a oportunidade de testar a nova TTR 230 da Yamaha. Coloquei em um post lá embaixo que depois colocaria aqui minhas impressões. Nesse meio tempo, recebi várias ligações e muita gente me perguntou a minha opinião e as diferenças entre as duas, a CRF da Honda e a TTR da Yamaha.

Em vez de apenas colocar aqui a minha impressão sobre a TTR, farei diferente. Colocarei a minha impressão sobre ela ( já falei aqui as minhas impressões sobre a CRF no post “Test Drive – CRF 230″ aí acima) e farei uma análise entre as principais vantagens e desvantagens de ambas.

Quero aqui dizer, antes de começar a entrar nos detalhes, que é apenas minha opinião pessoal, às vezes o que é um ponto negativo pra mim pode ser positivo pra outro ( e vice-versa).

Confesso que apesar de ser um amante das motos 2 tempos, fui surpreendido com essas 4 tempos. Já estou andando na CRF há quase 3 meses e já andei perto de 1.500 quilômetros, enquanto com a Yamaha não andei mais que 30 minutos, mas deu pra ter uma noção das diferenças, já que desci de uma e subi na outra imediatamente. Vale aqui outra observação: estava andando na CRF 2007, e a 2008 já tem algumas mudanças, como guidão mais alto e mais largo.

Estava fazendo uma trilha com alguns amigos, enquanto Fáusio “Bicho do Mato” Silva realizava seu “Desafio do Ano de Enduro Fim”. Aproveitei e participei com a CRF. Depois de fazer duas voltas pelo circuito, cheguei ao Bar do Fernando, onde a DN Motos estava realizando o Test Drive da TTR. Desci da CRF e subi na TTR.

De cara já senti a diferença de posição das duas motos. Achei a pedaleira da TTR mais próxima do banco, com isso as pernas ficam mais dobradas. Eu que não tenho nem 1,70m já senti a diferença, acho que quem for maior que eu vai sentir mais. Tirei essa dúvida na semana passada quando pude medir a distância da pedaleira para o banco e a CRF tem 4 centímetros a mais que a TTR.

Saí com a TTR e aproveitei, já que estava tendo o Enduro Fim, pra marcar meu tempo na TTR, já que havia feito o mesmo percurso na CRF. O fato é que com a TTR consegui baixar o tempo em 9 segundos (TTR: 3min 06seg / CRF: 3min 15seg). Considerando que já conhecia o percurso por ter dado 2 voltas com a CRF, a tendência era mesmo baixar o tempo, mas acredito que o trecho, por ser com piso irregular, favorecia a TTR por causa da suspensão dianteira, uma vez que ainda não havia preparado a suspensão da CRF.

Quanto às principais diferenças entre ambas, vamos lá:

Enquanto a CRF tem um motor melhor em baixas e médias rotações, melhor para trilhas mais travadas, a TTR tem uma melhor resposta nas altas rotações.

Outra diferença que percebi de imediato foi em relação às suspensões dianteiras. A CRF tem um amortecimento frontal mais progressivo e maior rendimento no final de curso (como nos saltos ou em maior velocidade). Já a TTR tem uma melhor resposta nos pisos irregulares (como costelas e erosões).

De resto, pouca diferença entre ambas. Freios, suspensões traseiras, estabilidade, aderência… Tudo muito parecido.

Querem que eu saia de cima do muro? Quer saber qual a melhor? Na minha opinião não existe a “melhor”. Vai depender do gosto de cada um. A diferença entre as suspensões pode ser alterada com um bom ajuste ou preparação – a minha CRF por exemplo tem a suspensão preparada pela Motosmar. Se quiser alterar a resposta para baixas ou altas rotações, também é possível alterar a relação secundária (coroa/pinhão). Posso dizer que pessoalmente, fico com a CRF. E quem for maior que eu, também acho que a CRF é a melhor escolha já que a diferença principal, que é a distância entre as pedaleiras e o banco, não dá pra alterar…

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CRF 230 preparada pela Zenni Preparações
Lançada em agosto de 2006 a CRF230 logo tornou-se uma motocicleta ao gosto do aficionado pelo segmento off road. Destinada até então somente para o mercado norte-americano, a moto voltou a oferecer aos brasileiros, após muitos anos, a opção de se adquirir uma motocicleta construída especificamente para o uso no fora de estrada.

Dessa forma, todo seu projeto foi focado no desenvolvimento de um modelo que atendesse às exigências mínimas de quem irá colocar a motocicleta para percorrer as trilhas ou enfrentar os saltos e curvas fechadas de uma pista de motocross.

Embora nos Estados Unidos a CRF 230 seja uma moto destinada ao segmento entry level (iniciantes), por aqui ela faz a alegria tanto daqueles que estão começando no esporte como também, de quem já tem mais tempo de janela mas não está disposto a bancar os elevados custos de manutenção provenientes de uma moto importada. Com isso, rapidamente começaram a surgir peças e kits de preparação voltados a melhorar a performance da moto.

Uma das soluções interessantes presentes no mercado é apresentada pela Zenni Preparações, que desenvolveu um método de melhoramento do modelo, sem alterar sua cilindrada. Os ganhos de performance são obtidos sem comprometer a durabilidade do motor, algo muito comum quando da utilização de kits de aumento de cilindrada.

Melhorias
A empresa, sediada em Itu (SP), traz para a CRF 230 a experiência acumulada em diversos anos neste segmento e empresta o know-how de quem prepara motos especiais de competição de alta performance, para a obtenção de melhores respostas tanto do motor, quanto das suspensões, oferecendo um pacote completo de otimizações para o modelo nacional.

Como citado, o motor permanece com sua cilindrada inalterada (223 cm3), bem como o diâmetro e curso do pistão (65,5 x 66,2 cm), entretanto, alguns refinamentos foram realizados o cabeçote, como a redução de peso do magneto e rebalanceamento eletrônico com redução e peso do virabrequim. Com isso, a taxa de compressão do motor pulou dos 9,0:1 para 10,5:1, sem que houvesse qualquer ampliação em sua capacidade volumétrica. O carburador também permaneceu o mesmo (um PD9CE, com diâmetro de venturi de 26,0 mm), mas recebeu refinamentos em seu interior.

Embora a bateria também tenha sido mantida original, um novo CDI foi adotado, com uma nova programação em seu mapa e com essas simples, porém significativas alterações, o resultado no dinamômetro foi evidente: a moto passou de 19,3 cv a 8 mil giros no motor original, para 26,5 cv a 10,5 mil rotações – ganho de mais de 37%.

Tal melhoria também refletiu-se no torque, que pulou do original 1,92 kgf.m a 6,5 mil rpm para 2,3 kgf.m a 7,5 mil rpm (19% a mais de aproveitamento).

Com isso, o motor tornou-se, além de mais forte, mais elástico, contribuindo para uma melhoria em todas as faixas de giro, o que se reflete em mais força em baixas, médias e altas rotações, sem, entretanto, comprometer a durabilidade do propulsor.

Mas como apenas ganhos no motor não são capazes por si de oferecerem melhorias na performance da motocicleta como um todo, a Zenni Preparações também desenvolveu um trabalho nas suspensões da CRF 230, capaz de ampliar seu curso e oferecer melhores respostas. Com o conhecimento adquirido ao longo de mais de 18 anos de experiência no segmento e também com a realização de cursos nos Estados Unidos, a empresa criou novas suspensões, que agora, contam com a possibilidade de regulagens por sistema de clicks (semelhante aos encontrados nas importadas). Embora mantido, o sistema telescópico nos garfos foi adotado de nova genética e molas que além de oferecerem um funcionamento mais otimizado de acordo com as características físicas e técnicas de cada piloto que permite que o curso fosse ampliado de 240 mm para 250 mm; na traseira, foi mantido o sistema de monoamortecedor com link, mas agora conta com a opção de regulagem e com novo curso: de 240 mm para 250 mm.

Com isso, abre-se uma nova possibilidade no segmento, permitindo ao proprietário da motocicleta a opção de obter melhor rendimento de sua moto sem, contudo, alterar a durabilidade de seu motor.

*Extraído do site da Zenni Preparações

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CRF 230 -> CRF 270: Preparada pela Polaco

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A CRF 230 já era fabricada no Brasil há alguns anos e exportada para o exterior, onde apenas os gringos tinham a oportunidade de degustar um brinquedo tão especial, já que toda sua linha de produção era destinada ao mercado externo.
Com a valorização do Real frente ao dólar, o projeto foi repensado e parte da produção foi destinada ao mercado interno, com a CRF podendo chegar finalmente às nossas mãos.
Com o lançamento da CRF no mercado nacional, várias empresas já estão lançando vários kits para aumentar a performance da moto, como já foi publicado aqui em outros posts. Já colocamos aqui matéria dos kits da IKAT DO BRASIL e do SANDRO HOFFMANN

Agora, mais uma empresa lança um kit de preparação para a CRF 230. A Polaco Motos / Polaco Preparações, que está lançando também um kit de 400cc para a Honda Tornado, está também lançando no mercado mais um kit de preparação para a Honda CRF 230.

A Polaco está desenvolvendo um projeto especial incluindo motor, suspensão, freios e um design totalmente arrojado.

Segundo o site da empresa, foram seis meses de trabalho rigoroso em banco de provas e pista de testes, para fazer uma apresentação da off-road nacional preparada pela Polaco Motos, a nova Honda CRF 270cc.

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Vão aí as preparações da POLACO com os respectivos preços:

Kit do Motor:
Foi feito a troca do cilindro, pistão, anel e biela.
Cilindro em cromo duro forjado e pistão com saia Grafitada, anéis em cromo duro e biela reforçada c/diametro 17mm no pino de pistão, ambos marca Honda. Peças importadas made in japan. R$ 1.100,00

Cabeçote:
Foi feito uma preparação no fluxo e ângulos de válvula ad, ex. Também temos a opção de instalação de válvulas ad, ex com diâmetros maiores.
R$ 250,00

Comando:
Foi instalado um comando com a graduação de quase 300graus e com over lap bem diferenciado do original. R$ 380,00

Carburador:
Manteve o original porem foi aumentado o diâmetro do venturi e do pistonete em 30% e foi feito uma preparação nos difusores e giclês p/ uma pulverização ideal de mistura. R$ 200,00

Ignição:
Manteve o original mas foi desenvolvido um remapeamento para ter um novo grau de avanço, permanecendo o limite de giro.

Sistema de ar:
Foi feito uma espuma com formato maior, porém com 3 estágios filtrantes. Retrabalhamos a caixa e condutor de ar para uma perfeita eficiência volumétrica. R$150,00

Embreagem:
Foi instalado discos e separadores a mais do original com molas especiais, permanecendo o conforto no manuseio da embreagem. R$ 300,00

Conjunto de escapamentos:
Foi desenvolvido um coletor com 42,5mm na saída do motor com expansor de gás até a junção. R$ 180,00

Na ponteira foi usado um coletor de 50mm ambos cromados e o abafador especial mais curto da marca pro-tork mod. 788 e também no modelo V-Pró.
R$ 500,00

Além de tudo foi construído uma versão com duplo escapamento com tubos dimensionados. R$ 800,00

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Versão com Duplo Escapamento

Suspensão:
Foi aumentado o curso da suspensão em 30mm e instalado válvulas emuladoras na dianteira. Ambos utilizados fluídos sintéticos e na traseira manteve a cápsula de nitro original, porém com uma nova pressão de nitro, sem precisar furar ou cortar o mesmo. Além de aumentar o curso em 25mm, fizemos uma nova genética de revalvulação, para obter uma progressividade no hidráulico. Ideal para quem procura uma maior performance na modalidade a ser praticada. R$ 600,00

Guidão:
Modelo Fat bar com adaptadores, ambos da marca Mônaco Aluminium R$ 450,00

Raiação:
Raios de 4mm importado, especial para motocross (cromados) R$ 400,00

Adesivos personalizados:
Capa do banco antiderrapante, laterais, abas, number plate, balança, bengalas e páralamas R$ 400,00

Freios:
Freio traseiro disco 220mm com pinça brembo, flexível aerokip com parafusos em alumínio e terminais banhados, burrinho de freio Nissin, sistema de fixação comparado com original. A partir de R$900,00

Banhos Especiais:
Banho de cromo niquel ou dourado em peças de ferro e alumínio: parafusos, suporte, molas, porcas, raios, pedais, etc…

Pintura especiais em cores lisas e metálicas (tricout) com efeitos especiais. Pinturas em peças que trabalham em alta temperatura.

Banho de anodização em alumínio fundido e laminado aros, cubos, mesas, etc, em todas as cores. Total Banhos: R$ 2.500,00

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Testes em Dinamômetro

Mais informações sobre a preparação da Polaco para CRF 230 você encontra clicando AQUI

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Vídeo – Apresentação da CRF 230

Esse vídeo foi feito pelo site MOTOX na apresentação da CRF 230 pela Honda, e o interessante é a entrevista com o Wilson Yasuda, Presidente da Honda do Brasil. Ele fala inclusive sobre a criação de uma nova categoria no Motocross Nacional, somente para motos CRF 230.

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Preparação para CRF 230 – Kit Sandro Hoffmann

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Além do Kit de preparação para CRF 230 da BBR (Ikat) que já postei aqui (clique aqui pra conferir), uma preparação que também já vem com pedigree é a realizada pelo piloto trocentas vezes Campeão Brasileiro de Enduro de Regularidade, Sandro Hoffmann.

O kit para CRF230 vem com preparação do cabeçote, suspensão dianteira e traseira.

A prepapração da suspensão fica com curso maior, o motor recebe preparação no cabeçote e não aumenta a cilindrada, mas a moto fica bem mais rápida do que a original, com resposta de aceleração muito mais eficiente.

Sandro também prepara a Honda Tornado, e pra quem lembra, foi várias vezes campeão com uma tornado preparada por ele, mesmo competindo na categoria Master e disputando com motos importadas.

Se quiser conferir, é só acessar o site do piloto, clicando AQUI

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Dúvida do Internauta: Porque a CRF “fuma”?

O internauta Davidson escreve com a seguinte dúvida:

Gostaria de saber porque a CRF 230F “fuma” por alguns instantes ao dar partida???

Bom, respondendo ao Dawidson e aos outros internautas do site:

São vários os possíveis motivos que fazem a CRF fumar quando fria. E pode ficar tranquilo que não é nada grave não, isso é normal (A não ser que continue fumando quando o motor estiver quente). Se vc for em uma concessionária Honda pode ver que mesmo a CRF “0km” fuma um pouco quando vc a liga com motor frio.

É possível que seja pela acumulação de óleo no fundo do filtro que é queimado ao ligar o motor e em seguida desaparece.

Pode ser também pela “borra’ da gasolina que fica no carburador (quando vc desliga a moto fica um pouco de gasolina no carburador, e quando a gasolina evapora fica um pouco de borra/resíduos). E a gasolina parada apodrece também. A gasolina podre perde sua octanagem e não fornece as condições necessárias para o funcionamento normal do motor. Um motor funcionando com gasolina velha pode apresentar falta de lenta e saída de fumaça preta pelo escapamento.

Também pode ocorrer a fumaça porque fica um acúmulo de óleo no cabeçote que eventualmente passa p/ a câmara de combustão pelos retentores de válvulas. O excesso de óleo no motor também colabora p/ a fumaceira.

Porém, fique de olho, o que não pode ocorrer é fumar direto (andando e com motor aquecido).

Verifique sempre o nível de óleo do motor:
1. Apóie a motocicleta na posição vertical numa superfície plana e firme.
2. Acione o motor e deixe-o funcionar em marcha lenta por 3 a 5 minutos.
3. Desligue o motor. Após 2 a 3 minutos remova a tampa/vareta medidora do nível do óleo. Limpe-a com um pano seco e reinstale-a SEM ROSQUEAR. Remova-a novamente e verifique o nível do óleo. O nível deverá estar entre as marcas superior e inferior da vareta.
4. Se necessário, adicione o óleo recomendado, até atingir a marca de nível superior. Não abasteça excessivamente.

OBS.: Você sabia que a Honda disponibiliza um 0800 para atender você? Segundo o Manual, você deve entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente Honda, que tomará as providências para assegurar sua satisfação, toda vez que um problema em sua CRF não for solucionado na rede de concessionárias autorizadas.
Atendimento ao cliente: 0800 55 22 21 (Segunda a sexta-feira das 08h30 às 18h / dias úteis).
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Freio à Disco Traseiro da CRF 230

Para quem busca melhorias na CRF 230 já existem boas opções no mercado. Como por exemplo o sistema de freio à disco traseiro com disco wave. A Adrenalina (nossa nova parceira) vende o sistema completo. Acompanha: cilindro mestre, cilindro de freio Nissin, flexível de freio, mangueira, reservatório de óleo, suporte para fixação do cilindro de freio e flange em alumínio para instalação na roda.

Veja as fotos abaixo:

freio-disco-crf.jpg freio-disco-crf-2.jpg

 

Para comprar, visite o site da Adrenalina. Lá tem completa linha de peças e acessórios, não só para a CRF, mas para todas as motos. Clique no banner abaixo:

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Mercado: Honda CRF230 X Yamaha TTR230

A Honda e a Yamaha produziam tanto a CRF 230 quanto a TTR 230 no Brasil mas toda a produção era destinada ao mercado externo. Com a baixa do dólar, o mercado nacional passou a ser uma opção e a Honda foi a primeira a vislumbrar a possibilidade de lançamento da CRF no mercado nacional. A partir de 2006 uma parte do que era produzido na fábrica de Manaus passou a ser comercializado no Brasil.

O mercado nacional, carente por modelos exclusivos para o off-road, aceitou bem a idéia e já em 2006 foram comercializadas 2.643 unidades em 3 meses, já que as vendas começaram em outubro. Em 2007 as vendas subiram para 7.383 unidades. A Yamaha, vendo o sucesso da rival, resolveu também destinar parte da produção para o mercado nacional e em novembro disponibilizou 1.000 unidades da sua TTR 230 no mercado.

Acontece que o estrago já estava feito, a CRF já era sucesso no mercado off-road e já tinha quase 10 mil unidades vendidas quando a Yamaha resolveu entrar na disputa. Prova disso é que depois das 1000 unidades disponibilizadas pela Yamaha aos concessionários em 2007, mais nenhum foi disponibilizado. Em 2008 a fábrica ainda não enviou nenhum modelo para suas concessionárias enquanto a Honda, apenas nos 3 primeiros meses de 2008, já disponibilizou 1.961 unidades aos seus concessionários.

Apesar de preferir o modelo da Honda, não creio que a CRF vende mais que a TTR porque a Honda seja melhor. Acredito que a pouca venda da Yamaha se deve à demorada decisão de entrar no mercado. Elas são quase iguais e tem quem prefira a Honda e quem prefira a Yamaha. Mas quando a Yamaha começou a ser vendida, a CRF já estava testada e aprovada pelo mercado nacional.

Placar até o momento:

CRF 230: 11.987 unidades vendidas (desde outubro de 2006)

TTR 230: 1.000 unidades vendidas (desde novembro de 2007)

* os dados foram extraídos do site da ABRACICLO

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Kit de competição para CRF 230: Ikat do Brasil / BBR Motorsports

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Apesar do pouco tempo no mercado nacional, a Crf 230 já está há vários anos sendo produzida e exportada para vários países, como os Estados Unidos onde é comercializada há mais de 3 anos.

Agora são os acessórios e peças especiais para a moto que estão chegando com velocidade ao mercado.

Dentre as opções oferecidas, a Ikat do Brasil, dona da marca Booster, chega com uma linha completa e com o diferencial do “know-how” conquistado em parcerias com empresas internacionais, com destaque para a BBR Motorsports, que desenvolve peças para o modelo desde seu lançamento nos Estados Unidos.

O kit com todas as alterações, chamado de “Thales Vilardi Réplica”, consiste apenas na instalação de peças, nenhum trabalho “especial” é feito no motor ou suspensões. Quer dizer, são substituidos componentes por outros especiais que extraem uma melhor performance da CRF. A vantagem é que pode-se reconfigurar a moto no formato original quando se desejar. São diversas modificações que poderão ser adquiridas em conjunto, formando o Kit, ou separadas, peça a peça.

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Moto passou por 8 alterações, entre elas escape Dr. D, mola do amortecedor mais rígida e link da suspensão que eleva a traseira

Escape e Ponteira Dr. D - Escape em aço inox, e ponteira de alumínio 6061, em formato de “D” para maior volume de queima em menor espaço. Segundo a Ikat do Brasil traz um ganho de até 1,5 cv no motor original.

CDI Time BBR de Competição - Curva e avanços do time BBR nos EUA. Aumenta o avanço e estende o limitador de giro além dos 9800 RPM´s originais.

Link de Suspensão Traseira BBR – Feita de alumínio maciço 1 cm mais curta que a original, 50% mais leve. Equilibra o chassi. Eleva a traseira em 3 cm. Melhora posicionamento do piloto e ação da suspensão traseira.

Mesa BBR Ajustável para guidão Pro Taper ou Twin Wall – Feito de um bloco de alumínio maciço 6061 T6. Ajustável em duas posições. Evita torção e “flex” dos garfos originais. Melhora o posicionamento.

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Mesa BBR feita em alumínio

Molas BBR de Suspensão Dianteira e Traseira – Top de linha, padrão internacional. 30% mais rígidas que a mola original. Para pilotos com mais de 70kgs. Fabricação em Cromo Silício, temperada e “shot-peened” – resistente à fadiga. Fabricado visando longevidade e durabilidade para uso freqüente. Desenvolvido especificamente para o time BBR.

Ibooster (Amplificador de Centelha) – Compatível com todos os modelos nacionais e importados, motores 2T e 4T. Otimiza a queima de combustível. Reduz a carbonização das válvulas. Amplia potência e torque. Elimina a emissão de gases nocivos.

Horímetro - Este é um produto direcionado a manutenção correta monitorando o tempo de uso da motocicleta, identificando assim os períodos de manutenção.

*KIT BBR Comando e Molas de Válvulas - Comando com abertura exclusiva da BBR. Acrescenta 1 HP de potência, tornando motor mais agressivo em médio giro. Requer molas de válvula rígidas de cromo silício.

Na avaliação realizada pelo site motox “ficou claro que os produtos trazem benefícios. Em relação as modificações de motor, que são leves, elas não devem alterar durabilidade e confiabilidade e isto sem dúvida é outro ponto positivo. Única motocicleta nacional off-road a CRF 230F chegou superando a expectativa de venda. É natural que agora o mercado seja invadido por acessórios para o modelo. Num segmento em que os usuários estão sempre em busca de uma melhor performance, isto é muito positivo e vem de encontro aos anseios dos proprietários da nova Honda.”

Veja mais dados, fotos e vídeo do teste AQUI

48 Respostas para “Sobre CRF´s e TTR´s”

  1. renderson Disse:

    eu ando na categoria velocroos. Gostaria de saber de alguem que prepara a pop 100 para velocross

  2. Matheus Oliveira Disse:

    Eu particularmente acho a TTR melhor q a CRF!
    Porém acho que muita gente compra a crf por popularidade e por ser honda….tem gente que nunca ando em nenhuma das duas e diz q a ttr eh um lixo,e a crf eh boa!

  3. GUSTAVO MG Disse:

    TENHO UMA CRF230 E UMA TTR230 A TTR DA UM SHOW NA CRF TODOS OS TRILHEIROS DA MINHA REGIÃO TÃO TROCANDO PARA TTR

  4. #55 Disse:

    tenho uma ttr,e acho que a ttr da pau na crf
    msma comparaçao de “gol x golf”

  5. claudio sousa Disse:

    FUI PROPRIETÁRIO DE UMA CRF 230 GOSTEI MUITO DA MOTOCICLETA ELA É MUITO MACIA A PILOTAGEM ESPETACULAR E O MOTOR MUITO RESISTENTE MAS ATUALMENTE SOU PROPRIETARIO DE UMA TTR 230 COMPREI PARA ESPERIMENTA-LA A MOTO É UM SHOW EM RELAÇÃO A CICLISTICA EXELENTE ,SUSPENSÃO DEI UMA PREPARADINHA ,TROQUEI O ESCAPAMENTO E UM GUIA DE CORRENTE ,COM ESTAS ALTERAÇÕES NÃO ESTOU TENDO NENHUMA DIFICULDADE PARA ENCARAR MORROS CABEÇUDOS EM TRILHAS OU MESMO EM CIRCUITO DE CROOS COWNTRY NAS DIVERSIDADES DOS TERRENOS ,AO ENFRENTAR AS CRF 230 X TTR 230 POIS HÁ UMA RIVALIDADE DAS VERMELHINHAS COM AS AZULZINHAS ACHO QUE O MOTOR DA TTR 230 É MAIS VALENTE QUE OS DA CRF 230.
    INDICO A TTR 23O ESSA É PARA CHEGAR NA FRENTE MESMO A CRF 230 PREPARADA NÃO ANDA AO NIVEL DA TTR 230 .

  6. Adila Disse:

    Não tenho a CRF e nem a TT-R mas meu sonho é a CRF,ela é linda, ela é meu sonho…
    Eu tenho 16 anos e sou fanática por moto.

  7. wilson Disse:

    AINDA nao tenho nenhuma das duas mais sou louco pela ttr mais ainda estou na duvida entre as duas mais pelo que me parece para min a ttr vai ser melhor , espero comprar uma das duas ate o final do ano….

  8. Leonardo Disse:

    Boa noite,
    gostaria de saber se vc vende motos.
    Se sim
    quais os modelos… estou começando agora
    pretendo comprar uma usada
    de até 3.500,00$

    se puder me indicar um modelo eu agradeço

    caso possa… por favor responda no email

    Grato.

  9. Hugo de Sousa Disse:

    Procuro o Manual de Utilizador da Yamaha TTR 250 de 1999

  10. marcosss Disse:

    tenho uma crf 230 sou um feliz proprietario de uma moto que nunca me deixou na mao,nunca quebrou e nem parou ………….ja um amigo meu e sua maquina chamada ttr de 5 trilhas, 3 ele voltou para casa a reboque uma delas sendo rebocada pela minha vermelhinha,,,,,,,,,,, sei la mas impressao nao foi boa,,,,acho que nao dar liga,,,,quem quiser uma yamaha por que gosta da marca, entao compre uma wr250,,,,,,valeu,,,

  11. pedro Disse:

    eu preferi a TT-R porque eal eh mais bonita exteticamente,não gosto da frente da CRF,
    em questão de motorização,suspençao não posso dizer nada porqueeu nunca andei em uma CRF !
    mais a TTR é muito rapida,confortavel , suspençao….
    só não me agrada em nenhuma nesse aspecto o freio traseiro pois nas duas motos são de TAMBOR!! a minha TTR valeu a pena ,nunca me deixou na mão e não me arrependo ter comprado ela!!!!!!

  12. wLucas Disse:

    Aí pessoal, tenho uma ttr 230 , tirei zerada, como sou iniciante, no inicio apanhei um pouco e por andar com o pessoal das crf e tornados, achava que a motoca tava ficando devendo, bom isso eu “achava”, agora que to melhorando a tocada percebi que são motos muito parecidas, não creio que exista grande diferença nas motos originais, o fato é que o que manda mesmo é a tocada de cada um, a ttr leva uma pequena vantagem na hora de enrolar o cabo, ela anda mais mesmo, é verdade, em contra-partida a crf é um pouco mais forte em baixa, ou seja, vamos falar as impressões com sinceridade, to vendo uma moçada falando por despeito ou sem conhecer a moto , então , peguem leve ok??? a ttr ja´tem um motor conhecido e confiável, essa história de dar pau na quinta triliha é conversa ou algo aconteceu de errado na manutenção ou no tocar a moto, ttr é campeã de vendas fora do Brasil, e não se esqueçam que a mesma se apresentou no mercado muito depois das crf s , daí a grande diferença de quantidade das que estaõ rodando, ok???? Abraço!

  13. Alessandro Disse:

    Eu amo a minha TTR, é brava , macia, linda, econômica, resistente, não quero outra moto, tinha uma CRF andei numa TTR de um amigo e não tive dúvidas troquei e to satisfeito.

  14. Eduardo Disse:

    Gostaria de saber qual o nivel de CO2 que a YAMAHA recomenda para a TTR 230, não vem escrito em lugar algum do manual, para variar a yamaha faz uma bela máquina e depois não da assistencia devida!

  15. juliano frota Disse:

    fui um amante de crf230 ate conhecer a ttr230 da banho na crf ok.

  16. Gabriel Disse:

    Galera, seguinte.. uki me parece que cada um defende seu lado. Só vou falar da TTR sem criticar a CRF por nao ter andado com ela ainda, portanto falo de boca cheia que stou satisfeitíssimo com minha ttr

    Estou a 4 meses com ela, trilha todo final de semana e NUNCA me deixou na mão, e acredite ou não, aqui não tem moleza, a galera pega meio pesado..

    Super confortavel e economica, muito fácil de manobrar e ultrapasar obstaculos em trilha mais travada.. enfim, só elogios. Já que faço manutenção regular, sempre mantendo filtro limpo e trokando óleo a cada 4 ou 5 trilhas, até hoje só tive que trocar pneus, 2x pastilhas dianteiras, 1x a lona traseira, e um manete que kebrei em um tombo. Meus amigos.. manutenção “0″

    Espero que possa ter ajudado a clarear a cabeça de quem esteja em duvida.

    Abraço a todos trilheiros..

    videos nosso no you tube: digite rogeriogolenda

  17. gildo Disse:

    ai tchê! ando de ttr- 230 em pistas, pois, participo de campeonato de motocross amador a motinha manda ver da pau em tornado com kit 293, e não fiz muito coisa para não dar quebradeira como os primeiros kits da tornado, já andei de tornado e lander, hoje em dia os kits das tornados são bem resistentes, na minha ttr coloquei pistão, anéis e carburador todos originais de tornado, além de cdi eletrônico com chave de comando no guidão, coroa 44 dentes pois fica com muito mais final, [ largo na 2ª marcha tranquilho} endureci um pouco as suspenções, faz 10 meses que anda todos os fim de semana, agora que troquei pistão e anéis, o cilindro não prescisou fazer nada, pra finalizar o banco preenchi com esponja deixei reto igual a importada para compensar a altura das pedaleiras. qualquer dúvida pode entrar em contato mando foto para olharem o banco,
    gildo4@gmail.com

    abraços a todos os trilheiros e pisteiros, ha, ha, ha

  18. Deninho Disse:

    Tenho uma crf 230 preparada, passei ela para 270
    ganhão para andar, e acho uma crf bem melhor que a ttr, eu tive as duas por isso fala isso e olha que a ttr que tive passei ela para 290 e ela naum andava igual a crf 270 por isso naum mudo minha opinião.

  19. joao Disse:

    Entre a crf e a ttr prefiro as importadas. Tem de melhor o motor e o resto.

  20. Alexandre Disse:

    Tenho uma TTR a 8 meses e posso dizer que a moto anda muito e é show. Esse negócio de dizer que a CRF 230 é melhor é conversa de quem é fã de Honda e não gosta de outros fabricantes. As duas motos são muito boas e cada um tem sua preferência. A minha é pela TTR 230.
    OBS: Já andei nas duas antes de comprar.

  21. Alexandre Disse:

    Outra coisa, não podemos comparar as motos com modificações de motor. Cada uma pode se adapatar de uma jeito e ter comportamento diferente, sendo assim perdendo as características de fábrica, então não valendo a comparação.

  22. Lincoln Carreiro Disse:

    Andei muito tempo de DT 180 e 200, passei para KDX 200 e estava de tornado. Tinha uma dúvida cruel entre CRF e TTR. Optei pela TTR pela condições favorávei de compra. Não me arrempendi. A moto é maravilhosa e não deixa a desejar em relação a CRF. A performace da TTR é
    excelente nas trilhas e o que define mesmo é a tocada de cada um. Em matéria de máquina são equivalente TTR e CRF.

  23. John583 Disse:

    Very nice site!

  24. luis Disse:

    eu adorei eu senpre qui uma desas

  25. Vinicis Eustáquio Disse:

    Eu por enquanto tenho uma TWISTER

  26. Vinicis Eustáquio Disse:

    Eu por enquanto tenho uma TWISTER mas já andei nas duas(TTR E CRF)eas duas são otmas mas eu prefiro ficar com a CRF(a vermelhinha).
    Por causa do motor suspensão e diversas coisas que se eu for escrever a qui é foda né;e outra se vcs facinados por YAMAHA ela é asim se a HONDA faz uma moto qual qer depois de alguns meses ela a bonita da YAMAHA faz tudo ,,,faz tudo NãO ela tenta fazer melhor mas a HONDA é quem da inicio e continua e tira onda MESMO (para as VERMELHINHAS um GRADE ABRAÇO de Viny da TWISTER E PRA AS AZUS só Lagrimas.Criatividades YAMAHA!!!!!!!!!!!!!!!!!)
    EX:CRFxTTR.

  27. romo ferreira Disse:

    Adquiri uma ttr em fev/09. Ponto altos: motor em alta e design (muito bonita). Em baixa: batentes da base da mesa inferior (susp. dianteira), é fácil de quebrar em tombos e custa caro uma mesa nova. É muito econômica e chama atenção por onde passa. Aconselho assim que pegar a moto nova mandar apertar os raios de rodas.
    Romo – Petrópolis-RJ

  28. nego drama Disse:

    eu adoro trilhas temho 30 anos ainda nao tenho
    a minha CRF porque nao tenho condiçoes financeiras mas assim que tiver comprarei a moto dos meus sonhos

  29. Daniel Jobim Badaraco Disse:

    Estava em dúvida entre a TTR e CRF….vou de TTR.

  30. luciano brandao santos Disse:

    tenho uma ttr ja faz um ano durante esse periudo botei a magrela a prova mesmo e posso t dizer com toda serteza a moto e esselente……

  31. JUAN Disse:

    tive xr 200 um bom tempo, to em duvida qual comprar crf ou ttr? e agora o que eu faço?………….

  32. André Disse:

    Tenho uma TTR faz um ano, e ja andei na CRF de um amigo. As duas são exelentes e muito parecidas, a diferença é que o torque da CRF vem mais cedo , porem a TTR se mostra um pouco mais agressiva quando o motor está em giro mais elevado do que a CRF. O resto é tudo muito igual, mais o design da TTR me agrada mais, ate pq já coloquei um farol ACERBIS na minha. Essa história de TTR quebrar na trilha é papo furado! quem fala isso é pq nem nunca andou em nenhuma das duas!

  33. André Disse:

    Estou postando varios recados pra deixar claro opniões que valem à pena, porque tem nego falando que TTR quebra a cada 5 trilhas. pra começar, se quebrou diz ai pra gente o que foi quebrado e mande fotos comprovando , quem fala isso nao conhece de moto ou nao sabe andar pra quebrar. ESTOU MAIS QUE SATISFEITO COM MINHA TTR, A HONDA É TAO BOA MÁQUINA QUANTO A CRF, NENHUMA É MELHOR DO QUE A OUTRA , JA ANDEI NAS DUAS , AS DIFERENÇAS FICAM POR CONTA DO PILOTO E DE SUAS HABILIDADES, E NAO PQ UMA “DÁ PAU” NA OUTRA!

  34. André Disse:

    eu tenho uma TTR e nao falo mal da CRF, o que muitos fazem por ai e vice versa!. Defendo a TTR das mentiras que falam ai de que a moto quebra a cada 5 trilhas e muitas outras que inventam!!
    Adorei a minha yamaha 230, e ate prefiro ela pq a honda já está igual “carne de vaca”, todo lugar tem uma!! Eu escolhi a TTR pelo design mais bonito, e o resto me deixou muitissimo satisfeito. e não troco ela pela honda, apaixonei!! A pequena diferença entre as duas já falei nos posts (respostas) ácima. quem tiver duvida ou pergunta sobre a YAMAHA TTR 230, é só perguntar que eu respondo, abraço a todos.

  35. Paulin Disse:

    Ñ tenho nem a TTR nem a CRF mais ja corri nas duas e TTR-230 é muito melhor que a CRF-230 tem mais arranqe corre mais .
    A TTR-230 é bem rasuda a CRF-230 arranca é depois morre.Conclusão a TTR-230 é melhor

  36. romo ferreira Disse:

    Andei na CRF e gostei mais da TTR, porque esta última é bem mais confortável. Sente-se isso no braço que na CRF fica mais tenso após a pilotagem por vários quilômetros. A TTR tem um câmbio mais próximo das importadas do que o da CRF, na minha opinião. Depois que a TTR abre gás de 5ª e 6ª no talo é ruim da CRF pegar a TTR. No mais, são duas motos muito parecidas. A CRF empolga pelo barulho mais abafado e por ter mais tesão em 1ª, 2ª e terceira marchas. No mais, são bem parecidas e ambas são divertidas de tocar. Enfim, diversão garantida.

  37. André Disse:

    A TTR é show de bola mesmo, só quem tem uma ou já andou pra notar a posição muito mais confortavel de pilotar se comparada à CRF. O motor gosta de rotação, em médias e altas é que a tocada fica alucinante, porem, até sobra torque em baixa!! mecânica, freios, suspensão, cambio , design, tudo muito bom! A honda não fica atrás, na frente também não, as duas tem suas particularidades, andei nas duas e a CRF tem torque pouco maior em baixa, mais essa diferença é quase imperceptivel , se levarmos em conta que o motor da TTR é mais “vigoroso” em médias e ate altas rotações, o resto é muito semelhante. Enfim, a TTR foi muito criticada em relação à CRF desde seu lançamento, a velha rivalidade HONDAxYAMAHA, mais na prática, a TTR vem mostrando que não perde em nada pra sua concorrente como muitos diziam e ainda dizem, e não é átoa que vem ganhando cada vez mais fãns e propietários muito satisfeitos, eu sou um deles..!

  38. Arquimedes Felipe Disse:

    Blz, bom eu tenho 1 CRF 250x tem como fazer essa melhoria nela tb como fizeram na 230F ??? e realmente concordo CRF nao perde hein nada p/ 1 importada possuo 1 KDX 200 e foi dificil na 13°etapa d induro dos inconfidentes aqui em Ouro Preto-MG……TTR and CRF andarao d 1 forma incrivel… na pisca de cross incrime naqual motor falaria + alto o desempenho dos + leves e ageis deixarao RMX ate YZ p/ traz….
    Vou vender minha KDX pra poder comprar agora 1 TTR pois nada melhor do que unir util ao agradavel e ter + chances em enduros… espero respostas…vlws obrigado pela atençao….

  39. Rafael Cantisani Disse:

    Ola eu tenho uma TTR230 é uma moto mto boaaaa macia leve anda bem é uma otima aquisição , eu gosto dela hum amigo tem a crf230 mas eu prefiro a minha pois ela fala por si msm na trilha.
    Obs: to vendendo se alguem estiver entereçado me passem um e-mail brigado.

  40. JAIR GOETZ Disse:

    corrí 7 anos de DT200 e agora já 2 anos de LANDER e sei dizer que moto é YAMAHA e o resto é pura onda…

  41. caio #1 Disse:

    cinceramente né pq tenhu uma ttr mais acho melhor q a crf ñ q a crf seja uma moto ruim mais a ttr é d+

  42. acioli nonato Disse:

    possou uma crf 230 toda original, mas queria uma orientação para deixa-la com mais final. vou experimentar um pinhão de 14 dentes porque na minha região não temos muitas subidas de morros, inclusive, os sertões já passou em minha cidade 6 vezes e é considerada depois do jalapão o pior trecho da prova. este ano eles a etapa maratona começou aqui em barra-BA.

  43. EMANUEL Disse:

    tenho um tornado 250 estol muito satisfeito com ela porem pretendo ir para uma crf 230.
    a tornado tem mais durabgilidade no motor e + suspenção que a crf + a crf e menor e + leve porem fica + facio o dominio da moto.
    essa istoria de crf tem + arrancada e – final eu ñ concordo com isso já fiz o teste pesoalmente eu na minha tornado 2007 e um colega na crf 2007 ele levou vantagem em todos os sentidos ainda teimei com ele e pedi para trocar de moto eu na crf e ele na minha tornado e eu levei a vantagem em todos os sentidos.
    i ai qua é a melhor tornado,crf ou ttr 230
    eu quero pra tudo trilha,velocross e motocros.

  44. Nadson Siqueira Disse:

    Ganhei uma xtz 125 da yamaha 2009, mas meu sonho sempre foi ter uma ttr 230 ou uma crf, ai quem tiver uma que queira trocar favor me ligar no 38 91716393, nao emporto ano de fabricaçao..
    nadson – Sao joao da Ponte – MG

  45. frederico Disse:

    possuo uma TRR 230 olha aki na minha regiao to por ver crf 230 chega perto n fiz nd na moto ORIGINAL, a ttr so fica atraz da crf rn largada mas nd q quando se coloca a 3º n passe voando.
    e uma outra coisa q a crf tem de melhor é a quantia de pinduricos pra ser colocados.
    mas fico com trr 230 na veia..

  46. gabriel bersanetti Disse:

    esta bem,a ttr eh boa,mas leva em consideração,o custo benficio da ttr,alem das peças da yamaha serem muito mais caras do que a honda,alem de demorar para chegar na loja,os equipamentos,eh muito mais facil voce achar um acessorio para a crf do que pra ttr,alem da hora da venda,que as pessoas preferem muito mais a crf do que a ttr!!!!vlw

  47. Marcelo Costa Disse:

    Boa nOite!!!

    EStou num duvida incrivel ecompro uma CRF ou uma TTR, pois cada hora ouço uma coisa , masachoque vuarrscar na TTR para ver o qe vai dar , a muto tempo atás andeinum CRFms nõa me lembro mai , vou tnar andrnovametee também e uma TTR pra tirar a duvida.

  48. Marcelo Costa Disse:

    Boa nOite!!!

    EStou num duvida incrivel ecompro uma CRF ou uma TTR, pois cada hora ouço uma coisa , masachoque vou arriscar na TTR para ver o que vai dar , a muito tempo atás andei numa CRF mas não me lembro mais da sensação , vou adaar novamete e também em uma TTR pra tirar a duvida.

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