EXCELENTE TEMPORADA DO TEAM HONDA

3 03UTC Novembro 03UTC 2009
hondadario

Dário Julio levou o título no Campeonato Brasileiro de Enduro com uma Honda CRF 230

O Team Honda tem muito o que comemorar em 2009. No Campeonato Brasileiro de Motocross, Wellington Garcia garantiu por antecipação os títulos nas categorias Mx1 e Mx2 e Rodrigo Rodrigues ganhou o campeonato na Junior. Ainda no off-road, José Hélio foi campeão do Rally Internacional dos Sertões com uma Honda CRF 450X. Dário Julio levou o título no Campeonato Brasileiro de Enduro com uma Honda CRF 230 e Sandro Hoffman foi vice-campeão com uma Honda CRF 250X. No início do ano, em janeiro, José Hélio foi o melhor piloto das Américas do Rally Dakar, no Chile e Argentina.

Wilson Yasuda, gerente de competições da Honda, afirmou que foi um dos melhores anos para a equipe. “O balanço é muito positivo. O trabalho foi feito de forma diferente para que pudéssemos alcançar esses resultados e fico muito feliz pelas muitas conquistas da equipe, além do excelente desempenho dos equipamentos e dos pilotos. No Arena Cross, conseguimos vencer a competição por equipes e o título da Junior antecipadamente com o Hector Assunção e, com o Wellington Garcia, o título na Pro. Até tentamos poupar o Wellington para a segunda bateria, mas mesmo não estando 100%, o piloto quis correr. Felizmente o susto foi pequeno”. Yasuda ainda lembrou do garoto Eduardo Rudnick, que passa por tratamento quimioterápico contra um linfoma. “Nessas conquistas somos um time, um time unido em espírito de competição e de amizade. Por isso faço questão de dedicar esses títulos ao Eduardo Rudnick, que passa por essa situação difícil. Tivemos muitas dificuldades esse ano, mas os resultados foram muito melhores”.


Rally Dakar permanece na América do Sul

26 26UTC Fevereiro 26UTC 2009

Edição 2010 do mais tradicional Rally do mundo quer repetir o sucesso desta temporada

José Hélio foi o melhor das Américas na edição 2009 do Rally Dakar

José Hélio foi o melhor das Américas na edição 2009 do Rally Dakar

Depois de passar pela primeira vez por caminhos da Argentina e Chile no início de janeiro, o Rally Dakar continua na América do Sul em 2010. O anúncio foi feito pela A.S.O., empresa que organiza o mais tradicional rally do mundo, cujo objetivo é repetir o sucesso alcançado nesta temporada.

Os organizadores irão divulgar mais detalhes em duas coletivas de imprensa, marcadas para os dias 2 em Buenos Aires e 3 de março em Santiago.

A inédita edição 2009 do Dakar contou ainda com a estréia do tetracampeão do Rally dos Sertões José Hélio. Com uma Honda CRF 450X, o brasileiro foi o melhor das Américas na competição ao confirmar o 12º lugar entre as motos. A decisão foi vista de forma mais que positiva pelo competidor. Para ele, a facilidade de acesso e a viabilidade financeira através dos patrocinadores são os destaques. Além disso, a possibilidade de garantir um resultado ainda melhor por conhecer o local se torna mais concreta.

Desde 2007, o Rally Dakar não é realizado na África. Em 2008, chegou a ser cancelado por conta de ameaças terroristas. A edição disputada no continente americano não deixou nada a desejar em relação às anteriores. Ao contrário, apresentou um grau de dificuldade tão grande que algumas etapas tiveram de ser modificadas por conta do alto nível técnico. A última edição da prova contou com 9500 quilômetros percorridos em 14 etapas. O vencedor foi, pela segunda vez, o espanhol Marc Coma.

“Acho muito bom para nós, pilotos da América do Sul. Com essa proximidade, tudo fica mais fácil. Todo o trâmite para podermos disputar a prova, conseguir patrocínio e tudo o que mais é necessário”, pontuou José Hélio.

Como 2009 foi o primeiro ano da participação de José Hélio no Dakar, o brasileiro não chegou a disputar nenhuma edição africana, mas garante não ficar decepcionado. “Não sinto nem um pouco a falta de não ter disputado o Dakar lá. É preciso esquecer o que passou e só pensar no futuro”, comentou o tetracampeão do Rally dos Sertões, que conta com o patrocínio da Honda.

Entre as dificuldades enfrentadas na última edição, as intermináveis dunas e até mesmo uma tempestade de areia foram momentos que marcaram. “Acredito que conhecendo mais o lugar, poderei fazer uma prova melhor ainda. Este ano, a organização realizou uma disputa bem difícil. Tenho certeza que da próxima vez ela seguirá da mesma forma, pois esta é a principal característica do Dakar.”


Marc Coma é o campeão do Dakar 2009, Zé Hélio termina em 12º

17 17UTC Janeiro 17UTC 2009
Coma (esq) vence com Després em 2º

Coma (esq) vence com Després em 2º

Em uma etapa rápida e sem problemas entre Córdoba e Buenos Aires, na Argentina, o português Hélder Rodrigues completou a última especial do Rally Dakar com o primeiro melhor tempo, 1h43min37 após a largada. Atrás dele, Pal Anders Ullevalseter, Ciryl Despres, Jordi Viladoms e David Casteau finalizaram o dia, porém nada que tirasse do sexto colocado na 14ª especial o título do maior rali do mundo. O espanhol Marc Coma já era líder com sua moto número 2 com mais de 1h25 para o segundo colocado e não houve piloto que desbancasse a vantagem que ele adquiriu ao longo de uma das edições mais difíceis da história do Dakar, o que deu a ele o bicampeonato do rali.”Tantos dias de competição, tanto trabalho.. estou muito feliz”, declarou ele após o término na 14ª especial da prova, em Buenos Aires. “Foi uma competição bastante complicada. Não conhecíamos o terreno e por isso era difícil definir a tática. Quero agradecer toda a minha equipe, que realizou um trabalho fantástico. Há muitas pessoas trabalhando nos bastidores que também merecem a vitória. Quero saborear este momento”, declarou o bicampeão.

Os bons resultados e as vitórias em algumas etapas deram a Cyril Despres, campeão da última edição da prova, a segunda posição do Dakar 2009. Ele, que correu esta edição com a moto número 1, de campeão, voltará em 2010 com o número do atual vencedor. David Frétigné, David Casteau e Helder Rodrigues garantiram a terceira, quarta e quita posições, respectivamente, ao fim da competição.

“Foi bem rápido, sem truques, navegação, mas a prova Latino-Americana terminou. Seria complicado para mim terminar a competição pior do que comecei. Não tenho muito a lamentar”, analisou Despres sobre a última etapa.

Histórico - Marc Coma venceu em 2009 seu segundo Dakar. Após estrear no maior rali do mundo em 2002, quando garantiu a 4ª colocação, ele alcançou seu primeiro título em 2006, na prova africana. A última edição da prova, em 2007, terminou mais cedo para ele, que após vencer três especiais, deu adeus à prova após um acidente.

Este ano, na Argentina e Chile, ele manteve a liderança desde a primeira etapa, quando venceu a especial. Depois disso, apenas mais 2 vitórias, na 3ª e 4ª etapas, mas a vantagem aberta desde o início impediu que qualquer outro competidor tirasse dele o posto de primeiro colocado durante o rali.

Zé Hélio conseguiu o 3º lugar na sua categoria e 12º lugar geral em sua 1ª participação no maior Rally do mundo

Zé Hélio conseguiu o 3º lugar na sua categoria e 12º lugar geral em sua 1ª participação no maior Rally do mundo

Zé Hélio -  O dia foi de destaque também para o brasileiro Zé Hélio, que largou em sua melhor posição: a sétima. Ele administrou bem seu tempo no trecho cronometrado e cravou o tempo de 1h54min33, perdendo posições no final e garantindo a 16ª posição do dia. Zé termina seu primeiro Dakar na 12ª colocação.

Zé Hélio batalhou para estar no Rally Dakar. Após o cancelamento da edição de 2008, ele buscou o melhor resultado que pode na prova sul-americana do rali e cravou seu nome da 12ª posição na classificação geral após 14 etapas entre Argentina e Chile.”Não consegui nem parar na chegada de tanto que eu chorava. Desde que eu conheci o off-road e o Dakar, sonhava em estar aqui e realizei este sonho, e ainda consegui a 3ª colocação na minha categoria, a 450″, contou emocionado após terminar a especial deste sábado (17).

Zé pondera que esta primeira participação foi um aprendizado para oportunidades futuras. Aos 29 anos, ele não teve problemas com seu equipamento e justifica seus erros durante o rali como inexperiência própria na competição. “Se eu conseguir fazer um outro Dakar, vou voltar melhor que desta vez”. O piloto declarou ainda que o Road book da prova não é tão preciso quanto os das provas brasileiras. “Isso nos obriga a prestar mais atenção na pista, diferente de como é no Brasil. O ritmo do Dakar é diferente, mesmo. É uma prova longa, que não dá para mudar certas coisas em um dia”, explicou.

E a realização do sonho tem um gosto ainda melhor quando Zé Hélio lembra que durante todos os dias, andou dentre os melhores pilotos e mais experientes no Dakar, como Jordi Viladoms, Cyril Despres, Marc Coma, David Frétigné. “A prova mais dura do mundo, pra mim, não foi nem um pouco dura, foi muito prazerosa. Muita gente me disse que o Dakar não tinha prazer nenhum, que era muito chato, mas para mim foi prazer o tempo todo”, declarou.

Equipe por um sonho - A equipe Zé e Os Caras, o time de Zé Hélio, é composta somente por voluntários, unidos pela paixão do off-road. Formada em 2003, a equipe parece ser o amuleto do piloto. “Desde que a equipe se formou, eu termino todas as provas que eu participo, e mais ainda, eu fico em todos os pódios que disputo”, declarou.

“Esse meu sonho só foi possibilitado graças à Honda do Brasil. Todos aqui são movidos pela paixão. Os caras estão aqui por mim, e eu estou aqui por eles”, falou Zé Hélio, que só pensa em chegar em Trancoso, na Bahia, para encontrar sua família, da qual ele está longe desde dezembro.

Brasileiro Rodolpho Mattheis diz ter aprendido muito com o Rally Dakar

Brasileiro Rodolpho Mattheis diz ter aprendido muito com o Rally Dakar

Rodolpho Mattheis vence o Dakar na categoria Marathon e faz deslocamento chorando

Em sua primeira participação no Rally Dakar, Rodolpho Mattheis, de 26 anos, só tem o que comemorar. O brasileiro terminou em primeiro na sua categoria (Marathon) e em 31º na classificação geral, com 65h54min06 de prova.”É indescritível chegar à Buenos Aires e saber que ganhei na categoria, estou muito feliz e realizado. Fiz uma belíssima corrida, soube administrar todos os dias e soube ter paciência, atacar na hora certa e acho que aprendi muito com esse rali para o meu dia-a-dia. Vai demorar um tempo para a ficha cair”, disse o piloto na chegada à capital argentina. “Não tinha e menor idéia que poderia ganhar na categoria e achava que, se tudo acontecesse direitinho, dava para ficar entre os 50. Para o primeiro Dakar foi muito positivo”, disse.

Mais do que felicidade, o piloto extravasou toda a alegria nos mais de 300 quilômetros de deslocamento até Buenos Aires. “Se eu falar a verdade vão me ‘zuar’, mas vim chorando o caminho inteiro. Nunca chorei tanto. Acho que foi a emoção, misturada com tudo”, relata. “E fiquei impressionado como os argentinos são carismáticos, pois tinha gente em todo o caminho, do fim da especial até aqui. Nunca vi tanta gente na minha vida”, lembra ele.

Luta e determinação - Integrando a equipe Petrobras/ Lubrax há pouco mais de um ano, o piloto não fez uma boa temporada em 2008 nas provas nacionais, mas revela ter aprendido muito coisa com essa edição do Rally Dakar. “O principal é a paciência e o querer. Tem que querer para conseguir. Para chegar onde cheguei e poder entrar na equipe tive que abrir mão de muitas coisas na minha vida. Mas tudo o que eu plantei no passado, estou colhendo agora. É uma satisfação enorme. Só tenho que agradecer a confiança do André e Jean (Azevedo) por ter me deixado na equipe. Me sinto com a cabeça no lugar e acho que sou outra pessoa depois desse Dakar”, comenta Mattheis.


Cyril Despres vence 12ª especial e Marc Coma mantém liderança no Dakar. Líder nos carros, Carlos Sainz abandona depois de acidente

15 15UTC Janeiro 15UTC 2009

Em mais uma etapa cortada, com 30 quilômetros a menos, os pilotos retomaram as disputas no Rally Dakar nesta quinta-feira (15) após o cancelamento da etapa anterior. O percurso entre Fiambalá e La Rioja, na Argentina, teve 223 quilômetros graças ao pedido de autoridades locais que descobriram há um mês achados arqueológicos na região onde os competidores passariam. Cyril Despres foi o vencedor da 12ª especial, com o tempo de 3h57min37.O brasileiro Zé Hélio largou na 14ª posição e finalizou o percurso em 4h36min26. O piloto se mantém na 12ª colocação na classificação geral.

Com a vitória, o piloto francês assume a segunda colocação na classificação geral, atrás do líder e segundo colocado na etapa desta quinta-feira, Marc Coma, que terminou o percurso em 3h29min. Gerard Guell Farres foi o 3º piloto a finalizar o percurso, 9min47 atrás de Despres. David Casteu chegou após quatro segundos.

Acidente - A etapa de hoje foi marcada pelo acidente com o piloto da Volkswagen Carlos Sainz, líder com folga na classificação geral do Dakar.

A dupla caiu em um desnível por volta do quilômetro 79 da especial. O navegador sofreu uma lesão no ombro e, com o resgate de helicóptero, Sainz e Perin foram automaticamente desclassificados da competição.

Até o momento cerca de 50% dos veículos (carros/ motos/ quadriciclos/ caminhões) que largaram já abandonaram o rally, sendo que entre os carros já foram 94 os abandonos na competição. Entre eles, os brasileiros Guilherme Spinelli/ Marcelo Vívolo e Reinaldo Varela/ Marcos Macedo.

 Veja o vídeo gravado logo após o acidente de Carlos Sainz e vejam a altura do barranco que ele caiu:


Zé Hélio garante 9ª posição e Francisco López vence etapa

9 09UTC Janeiro 09UTC 2009

zeheliodia7

O sétimo dia de Rally Dakar teve mais surpresas para os competidores. O percurso entre Mendoza, na Argentina, e Valparaíso, no Chile, teria 816 quilômetros no total, sendo 397 de deslocamentos e 419 de especial, mas as dificuldades dos dias anteriores e os acidentes causados pelas dunas fez a organização da prova reduzir a etapa para 243 quilômetros de trecho cronometrado, finalizado em 2h36min09 pelo primeiro colocado do dia, Francisco (Chaleco) López.

O brasileiro Zé Hélio se firma no primeiro pelotão do Dakar e alcançou a 9ª colocação no dia, com o tempo de 2h54min17.

Marc Coma, líder do rali, foi o segundo colocado do dia com uma diferença de 3min57 de Chaleco. Já Cyril Despres, o primeiro a largar, garantiu o terceiro tempo nesta sexta-feira, seguido por David Fratigne, David Casteau e Frans Verhoeven.

Pal Anders Ullevalseter e Jonah Street ficaram com a sétima e oitava posições na especial de hoje, respectivamente.

Os resultados mantém Coma e Street nas duas primeiras classificações no acumulado geral. Fratigne e Ullevalseter asseguram as duas posições seguintes, com Viladoms e Despres no 5º e 6º lugares. Zé Hélio mantém a 12ª posição.

A Etapa – Os pilotos deixaram Mendoza, porta de entrada do Aconcágua, o ponto mais alto das Américas e do Hemisfério Sul, com a primeira largada às 7h40, horário de Brasília, rumo ao Chile na última especial da primeira metade do rali. A cidade que os recebeu foi Valparaíso, declarada pela UNESCO, em 2003, como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Somente motos, quadriciclos e carros fizeram a sétima especial. Por segurança, a etapa dos caminhões foi cancelada e os competidores seguiram diretamente para Valparaíso.

Neste sábado (10) será dia de descanso para todos e no domingo (11) os competidores retornam às trilhas para a segunda metade do Rally Dakar, que terminará no dia 17 de janeiro, em Buenos Aires (ARG).

Confira a classificação da 7ª etapa:

1º) Francisco Lopez (KTM) – 2h36min09
2º) Marc Coma (KTM) – 2h40min06
3º) Cyril Despres (KTM) – 2h41min30
4º) David Fretigne (Yamaha) – 2h45min07
5º) David Casteau (KTM) – 2h50min16
6º) Frans Verhoeven (KTM) – 2h50min51
7º) Pal Anders Ullevalseter (KTM) – 2h50min54
8º) Jonah Street (KTM) – 2h50min59
9º) Zé Hélio (Honda) – 2h54min17
10º) Jordi Viladoms (KTM) – 2h54min37

Classificação Geral Extra-Oficial:

1º) Marc Coma (KTM) – 26h23min47
2º) Jonah Street (KTM) – 27h15min09
3º) David Fretigne (Yamaha) – 27h16min18
4º) Pal Anders Ullevalseter (KTM) – 27h47min48
5º) Jordi Viladoms (KTM) – 27h48min06
6º) Cyril Despres (KTM) – 27h59min10
7º) Helder Rodrigues (KTM) – 28h05min59
8º) Frans Verhoeven (KTM) – 28h10min37
9º) David Casteau (KTM) – 28h14min53
10º) Francisco López (KTM) – 28h23min18
12º) Zé Hélio (Honda) – 28h52min31

Fonte: Webventure  / Foto: Caetano Barreira


Cyril Despres faz o melhor tempo e Zé Hélio garante 12ª posição no Dakar

8 08UTC Janeiro 08UTC 2009
O francês Cyril Després vence a etapa

O francês Cyril Després vence a etapa

O francês Cyril Despres foi o mais rápido da especial desta quinta-feira (8). O percurso deste 6º dia de prova foi cortado em 217 quilômetros, passando de 395 para 178 quilômetros graças a um rio considerado intransponível pela organização, e o piloto o fez em 2h03min20.

Zé Hélio repetiu o bom resultado de ontem e ficou com o 12º tempo, chegando após 17min27 do francês.

Rodolpho Mattheis vem se superando a cada etapa do Dakar e marcou o 49º tempo do dia, com 2h52min48 de prova, subindo para a 38ª colocação na classificação geral.

Ainda líder na classificação geral, Marc Coma foi o segundo colocado nesta quinta-feira, com 2min09 de diferença para o adversário Despres. Jordi Viladoms, Francisco López, David Fratigne e David Casteau ficaram com as posições seguintes.

Jonah Street, campeão da etapa anterior, ficou com a 11ª posição, com o tempo total de 2h18min46. Os resultados do dia o colocam na 2ª posição geral, seguido por David Fratigne, Viladoms e Ullevalseter.

Zé Hélio se mantém em 12º

Zé Hélio se mantém em 12º

Corte - O corte do percurso da 6ª etapa foi anunciado na manhã desta quinta-feira, no momento que as motos deveriam iniciar a especial.

O motivo foi a dificuldade do percurso, já que muitos pilotos tiveram problemas na especial de ontem (quarta-feira), quando ocorreram alguns atolamentos, pneus furados por pedras escondidas embaixo da areia da trilha, dentre outros percalços. Graças a isso, a etapa do dia também teve alterações, sendo o percurso neutralizado a partir do quilômetro 422.

Além disso, todas as largadas de hoje foram atrasadas.

Confira a classificação da 6ª etapa:

1º) Cyril Despres (KTM) – 2h03min20
2º) Marc Coma (KTM) – 2h05min29
3º) Jordi Viladoms (KTM) – 2h08min35
4º) Francisco Lopez (KTM) – 2h13min01
5º) David Fretigne (Yamaha) – 2h13min50
6º) David Casteau (KTM) – 2h14min34
7º) Helder Rodrigues (KTM) – 2h14min38
8º) Frans Verhoeven (KTM) – 2h17min33
11º) Jonah Street (KTM) – 2h18min46
12º) Zé Hélio (Honda) – 2h20min47
49º) Rodolpho Mattheis (Yamaha) – 2h52min48

Classificação Geral Extra-Oficial:

1º) Marc Coma (KTM) – 23h43min41
2º) Jonah Street (KTM) – 24h24min10
3º) David Fretigne (Yamaha) – 24h31min11
4º) Jordi Viladoms (KTM) – 24h53min29
5º) Pal Anders Ullevalseter (KTM) – 24h56min54
6º) Helder Rodrigues (KTM) – 25h10min44
7º) Cyril Despres (KTM) – 25h17min40
8º) Frans Verhoeven (KTM) – 25h19min46
9º) David Casteau (KTM) – 25h24min37
12º) Zé Hélio (Honda) – 25h58min14
38º) Rodolpho Mattheis (Yamaha) – 30h28min43

Fonte: Webventure / Fotos: David Santos Jr e Donizetti Castilho


Zé Hélio faz 14º melhor tempo e sofre penalização; Marc Coma vence mais uma

6 06UTC Janeiro 06UTC 2009
Rodolpho Mattheis (foto) e Zé Hélio são únicos brasileiros entre as motos

Rodolpho Mattheis (foto) e Zé Hélio são únicos brasileiros entre as motos

O quarto dia de Rally Dakar teve um percurso de 459 quilômetro de especial e 29 de deslocamento, sendo 4 quilômetros iniciais e 25 finais, totalizando 488 de percurso, enfrentado por 182 motos. O vencedor da etapa foi o espanhol Marc Coma, com um tempo de 4h09min32. Zé Hélio conseguiu a 14ª posição com o tempo total de 4h28min41.

O brasileiro sofreu uma penalização de 20 minutos por ter passado acima da velocidade permitida em uma zona de radar e ocupa o 13º lugar na classificação geral. Com isso acumula 1h39min06 a mais que o líder Marc Coma, que tem o tempo total após quatro etapas de 14h41min21. Caso não tivesse a penalização ele estaria, aproximadamente, na 8ª colocação geral.

O francês Cyril Despres fez uma corrida de recuperação e após largar na 47ª posição, finalizou com o 2º melhor tempo, 1min17 atrás do rival. Jonah Street ficou apenas 4 segundos atrás do francês, garantindo o 3º melhor tempo. Atrás dele, David Fratigne, Francisco Lopez, Jordi Viladoms e David Casteau terminaram a especial.

Amanhã a etapa terá quase 700 quilômetros, até San Rafael, indo para o norte da Argentina. Do total, 506 km serão de trechos cronometrados.

Para Marc Coma, Dakar começou hoje

Marc Coma lidera o Rally

Marc Coma lidera o Rally

No quarto dia de Dakar, o espanhol Marc Coma afirma que agora a prova está realmente começando. Após três etapas de pouca exigência técnica e de navegação, com trilhas retas e muito extensas, pilotos e navegadores enfrentaram hoje maiores dificuldades.

“Hoje foi uma etapa mais técnica, começou o Dakar de verdade. Foi bastante exigente de pilotagem e também da parte física”, comentou, sobre o trecho de 459 quilômetros entre Jacobacci e Neuquen desta terça-feira.

O espanhol fez o melhor tempo do dia entre as motos, com 4h09min32, mais de um minuto mais rápido que seu companheiro de equipe KTM, Cyril Despres, da França. Coma também lidera a classificação geral do Dakar, já com uma folga de 42 minutos para o segundo colocado, o americano Jonah Street.

“Mudamos completamente de paisagem e de tipo de trilha. Hoje foi bem mais difícil, com trechos abertos, trilha, trial, montanhas. Fisicamente foi muito difícil, e consegui chegar bem”, comemorou o piloto.

Para Marc Coma, ainda é cedo para comparar a versão argentina do Dakar, mas a prova mostrou que tem potencial por enquanto. “É difícil comparar com a África por enquanto, mas esta prova está demonstrando que tem o necessário para ser uma corrida igual ou parecida”, avaliou.

Zé Hélio afirma que segue com estratégia conservadora

Zé Hélio é o melhor brasileiro na competição, apesar de estratégia conservadora

Zé Hélio é o melhor brasileiro na competição, apesar de estratégia conservadora

Assim como o líder do Dakar 2009, Marc Coma, o brasileiro Zé Hélio considerou esta quarta etapa a mais difícil do rali até agora. O brasileiro vai seguir com a mesma estratégia do início da prova.

“Estou bem conservador, as etapas até aqui foram de muita velocidade, o que é muito perigoso para motos de baixa cilindrada como a minha”, explicou. Já em etapas como as de hoje, mais técnicas, são melhores para o brasileiro. Ainda assim, o piloto terminou a etapa de hoje com o décimo quarto melhor tempo, 19 minutos atrás de Marc Coma.

“Hoje começou a ficar mais difícil, foi uma etapa bem desgastante, porém muito prazerosa. Teve todos os tipos de terreno, pista rápida com chão duro, depois com cascalho, andamos na areia e por dentro de rios. Também teve muita pedra”, contou Zé Hélio.

Fonte: Webventure / Fotos: Donizetti Castilho, David Santos Jr e Caetano Barreira


Dakar: Coma vence, Zé Hélio é 15º e Dimas Matos abandona

5 05UTC Janeiro 05UTC 2009
Marc Coma lidera na Classificação Geral entre as motos

Marc Coma lidera na Classificação Geral entre as motos

Largando na 17ª colocação, Marc Coma conseguiu uma boa recuperação durante a terceira etapa do Rally Dakar nesta segunda-feira. O espanhol concluiu os 694 quilômetros de prova, de Puerto Madrin a Jacobacci com o tempo de 5h18min17. O brasileiro Zé Hélio chegou a estar entre os três primeiros colocados, mas encerrou a prova na 15ª colocação, com 5h47min24.

Um dos adversários de Coma, Cyril Despres, largou na segunda colocação no terceiro dia da prova, mas encarou problemas com seu pneu novamente, que o obrigou a manter uma velocidade média de 60 km/h. O piloto terminou a prova na 44ª colocação, com mais de uma hora de diferença para o líder.

Coma afirma que estava preocupado com o problema que teve em sua moto: “Havia muitos pilotos à minha frente e uma grande quantidade de poeira também. Mas eu poderia dirigir no meu próprio ritmo. Foi uma etapa rápida e técnica, muito complexa, na realidade. Uma coisa é certa: as motos estão sofrendo muito e os pneus ainda mais”, afirmou o vencedor e líder da competição, que seguirá com sua estratégia.

Depois do 15º lugar de hoje, Zé Hélio ocupa agora o 12º lugar na classificação geral das motos. Na liderança geral, assim como na etapa, está o espanhol Marc Coma.

Dimas Mattos sofre acidente e está fora do Dakar

O sonho de completar o Rally Dakar encerrou-se no último domingo (4) para o paulista Dimas Mattos.

Logo no início da segunda especial, Dimas bateu em um galho e sofreu um corte na perna. O piloto passa bem, mas não poderá continuar disputando a prova.

Em 2007, ele sofreu um grave acidente na 12ª especial. “Acabei voando muito longe e caí em cima do ombro. Também me feri quando bati a perna no suporte da antena de segurança da moto. Acabei tendo um corte grande na perna direita, próximo da virilha”, disse na época. O brasileiro deve retornar ao Brasil ainda hoje.

Dimas abandona a prova

Dimas abandona a prova

Fotos: Caetano Barreira e David Santos Jr / Fonte: Webventure


Brasileiro João Tagino sofre acidente e está fora do Rally Dakar

5 05UTC Janeiro 05UTC 2009

joao-tagino-2O piloto rondoniense João Tagino, um dos representantes do Brasil nas motos do Rally Dakar, está fora da disputa após apenas dois dias de competições na Argentina. Ele sofreu um acidente durante a especial deste domingo (4).Internado em um hospital argentino, o piloto afirma que não viu o que aconteceu e que acordou na sala de Raio-X do local. Uma das vilãs do percurso, a areia fina que empoeirou todos os competidores causando até mesmo quebras nos equipamentos, chamada Fesh Fesh, foi uma das responsáveis pelo acidente.

“Uma poeira interminável, como nunca havia visto na vida. Uma loucura, um vôo cego num trecho de alta e mortal. Eu vinha colado em duas KTM 690cc, fiz a manobra para ultrapassá-las e não vi mais nada. Acordei no hospital, na sala do Raio X”, disse Tagino para o site rondoniaovivo.com.br.

O competidor teve uma lesão na bacia, deslocamento do ombro e fracionamento do rim devido à queda. “Peço desculpa aos amigos, familiares, patrocinadores e muitas pessoas que estavam torcendo por nós. Não foi desta vez, aliás foi muito cedo. Meu sonho era não só participar do Dakar, mas sim completá-lo. Deus sabe o que faz”, finalizou ele, que voltará ao Brasil assim que tiver alta.

joao-tagino

Fonte: Webventure  / Fotos: David Santos e André Chaco – webventure


Dakar 2009: José Hélio mantém regularidade na etapa mais longa do Rally

5 05UTC Janeiro 05UTC 2009

Marc Coma foi o 17º neste domingo, mas continua na liderança após duas etapas

Marc Coma foi o 17º neste domingo, mas continua na liderança após duas etapas

 

A etapa mais longa da edição 2009 do Rally Dakar exigiu muita atenção e concentração dos pilotos. O brasileiro José Hélio, mais uma vez foi o melhor do país na classificação. O paulista terminou o segundo dia de prova em 15º lugar, à frente do vencedor da etapa de abertura, o espanhol Marc Coma, que chegou em 17º.

A vitória ficou com o holandês Frans Verhoeven. A etapa deste domingo (4) foi disputada entre as cidades argentinas de Santa Rosa e Puerto Madryn e contou com 837 quilômetros de extensão, entre eles, 237 de especiais. O resultado coloca José Hélio em 14o na classificação geral.

Nesta segunda-feira os competidores terão de enfrentar uma das especiais mais longas, entre Puerto Madryn e Jacobacci. A etapa possui 694 quilômetros, dos quais 616 são de especiais.

Estes dois primeiros dias do Rally Dakar estão servindo para que os competidores entrem no clima da competição. Apesar de longos, os trajetos não oferecem muitas dificuldades. Neste segundo dia, os pilotos enfrentaram extensos caminhos de areia. O equilíbrio é um dos destaques até aqui. Marc Coma, que havia ganhado a primeira etapa acabou com um desempenho inferior no dia de hoje. Já o francês Cyril Despres, que luta para manter o título conquistado em 2007 e fez o 22º melhor tempo ontem, garantiu a o segundo lugar na etapa deste domingo.

Zé Helio foi o melhor brasileiro e ocupa a 14ª posição geral

Zé Helio foi o melhor brasileiro e ocupa a 14ª posição geral

José Hélio mantém a regularidade. No primeiro dia de competições, garantiu a nona colocação e só não se saiu melhor por conta de um problema com um pneu. O brasileiro terminou a prova com uma roda emprestada de outro competidor. “Foi uma etapa muito rápida, com muita poeira. Não foi tão cansativa. Ideal para os primeiros dias.”
Já neste domingo, foi o nono a largar, de acordo com a classificação da etapa anterior e se manteve entre o 13º e o 15º lugar todo o tempo. Com a motocicleta Honda CRF 450X, o brasileiro completou a prova em 2h25m36s, 10m48s atrás do primeiro colocado. José Hélio conta com o patrocínio da Honda do Brasil, ASW e Flash Power disputará a categoria 450 Extreme.

Fotos: André Chaco/VIPCOMM e Donizetti Castilho/ www.webventure.com.br


Zé Hélio é 9º no primeiro dia de Dakar

3 03UTC Janeiro 03UTC 2009
Favorito, Cyril Després decepcionou no 1º dia e foi apenas o 22º (clique para ampliar)

Favorito, Cyril Després decepcionou no 1º dia e foi apenas o 22º (clique para ampliar)

O brasileiro José Hélio, vencedor do Sertões 2008, conseguiu no primeiro dia do Dakar 2009 a 9ª colocação, pilotando uma Honda CRF 450.

Mas quem não deu chances para ninguém foi o espanhol Marc Coma. Neste sábado, o piloto da KTM completou os 371 quilômetros, entre Buenos Aires e Santa Rosa de la Pampa, da primeira especial das motos, em 2h46min17s, à frente do polonês Jacec Czachor, segundo colocado. A terceira colocação ficou com o esloveno Miran Stanovnik.

A grande decepção neste primeiro dia foi a 22ª colocação do francês Cyril Després, um dos favoritos. Outro favorito que também não foi bem foi o francês David Casteu, que ficou apenas em 66º.

Entre os outros brasileiros, Carlos Ambrósio acabou em 33º, Dimas Mattos ficou em 39º, Rodolpho Mattheis em 60º e João Tagino em 107º.

a estratégia é poupar o equipamento no inicio (clique na foto para ampliar)

Zé Hélio: a estratégia é poupar o equipamento no início (clique na foto para ampliar)

Zé Hélio: Poupando o equipamentoSegundo o brasileiro Zé Hélio, ele optou por poupar o equipamento, mesmo em uma das etapas mais velozes da prova. “Eram 370 quilômetros de reta e piso bom. Então optei por limitar minha moto nos 140 quilômetros por hora e preservar meu motor, já que o rali está só começando”, disse o piloto.

Mesmo contra motos acima de 600 cilindradas, o piloto conseguiu um lugar entre os dez primeiros. “Isso me deixa otimista, mas acredito que foi em virtude dos problemas com pneus, que todos tiveram. Eu tive um pouco mais tarde. Mas já dá para ver que minha estratégia de corrida está funcionando”, comentou o brasileiro, assim que chegou ao acampamento em Santa Rosa. Ele andou vários quilômetros sem o pneu traseiro, com a roda direto no chão, já que o pneu partiu ao meio e saiu do aro. O brasileiro foi ajudado pelo caminhão da Honda que segue a prova.

“O rali está só começando, já deu para esquentar os músculos, e também o psicológico, com esses problemas”, concluiu Zé Hélio.

 A prova segue neste domingo com mais 237 quilômetros de especiais.

Fotos: Donizetti Castilho/ webventure


Percurso do Dakar 2009 no Google Earth

2 02UTC Janeiro 02UTC 2009
Rota do Dakar 2009. Enviada por email por Cristiano Álvares

Rota do Dakar 2009. Enviada por email por Cristiano Álvares

Hoje cheguei da rua, abri minha caixa de emails e qual não foi minha surpresa quando abri o email do Cristiano:
Tomei a liberdade de copiar seu texto sobre o rally e colar no mapa.
Abra o arquivo no Google Earth.
Abraço,
Cristiano
Junto com o email veio um arquivo anexado, com o percurso do Dakar 2009 no Google Earth (foto acima, clique para ampliar). Muito bacana, dá pra viajar entre as cidades do percurso.
Se alguém quiser o arquivo é só me mandar um email solicitando que envio também.
Valeu Cristiano.

Dakar 2009 tem início nesta sexta, 2 de Janeiro, em Buenos Aires na Argentina

2 02UTC Janeiro 02UTC 2009
José Hélio, Campeão do Sertões 2008, larga amanhã no Dakar numa Honda CRF 450

José Hélio, Campeão do Sertões 2008, larga amanhã no Dakar numa Honda CRF 450

A grande festa do Rally Dakar está marcada para o início da noite desta sexta-feira (2), em Buenos Aires. Em frente ao Obelisco, tradicional ponto turístico da capital argentina, será realizada a largada promocional.

Amanhã o Rally começa pra valer. O percurso de 2009 tem 9.574 quilômetros, sendo 5.652 quilômetros de especiais (trechos cronometrados) e 3.922 quilômetros de deslocamentos.

Após o cancelamento do Rally Dakar em 2008 por causa das ameaças terroristas na Mauritânia, o maior rali do mundo desembarca na América do Sul, mais especificamente na Argentina e Chile. É a primeira vez, em 30 anos de história, que a prova sai dos continentes europeu e africano e atravessa o Oceano Atlântico.

A quilometragem será muito parecida com a das provas africanas, com desafios bem peculiares e diversos tipos de terrenos.

A prova deste ano bate recorde de competidores. No total, serão 820 veículos que embarcaram, sendo 710 de competidores, cerca de 60 da organização e 50 da imprensa. A prova terá 235 motos, 194 carros, 84 caminhões e 29 quadriciclos, de 49 nacionalidades diferentes.

O Brasil terá o maior número de participantes de toda a história da prova. Ao todo, 16 brasileiros estarão no maior rali do mundo, em todas as categorias: moto, quadriciclo, carro e caminhão.

Além da largada promocional desta sexta, dia 2 de janeiro, serão quinze especiais e um dia de descanso. A disputa começa neste sábado, dia 3, em Buenos Aires e segue pelos pampas argentinos até a Patagônia, quando começa a subir rumo à oeste, cruzando a Cordilheira dos Andes e chegando ao Chile. Em Valparaiso, cidade patrimônio histórico da humanidade, um dia de descanso.

Dali, a prova segue rumo ao Deserto do Atacama, considerado mais seco e árido do mundo, com temperaturas que ultrapassam facilmente os 40ºC. A volta à Argentina acontece pelo noroeste, onde segue rumo à Buenos Aires.

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Confira dia-a-dia como será a prova:

Sexta-feira – 2 de janeiro: Largada promocional em Buenos Aires

1ª etapa – sábado – 3 de janeiro:  Buenos Aires / Santa Rosa

Deslocamento 166km / especial 371 km / deslocamento 166 km – total: 733 km
Esta estapa será a ocasião para descobrir a vasta planície. Os competidores do Dakar nunca começaram com uma especial tão extensa. Com quase 400 km de pista, pode ser também a mais rápida do trajeto. Ideal para solucionar todos os problemas de adaptação e a diferença horária.

2 a etapa – domingo – 4 de janeiro: Santa Rosa / Puerto Madryn

Deslocamento 7 km / especial 237 km / deslocamento 600 km – total: 837 km
A maior etapa do Dakar não será necessariamente a mais difícil. Será necessári cuidado, especialmente com o equipamento. Traz uma primeira parte de especial bem rápida com trechos de areia. A precisão dos navegadores será essencial.

3ª etapa – segunda-feira – 5 de janeiro: Puerto Madryn / Jacobacci

Deslocamento 70 km / especial 616 km / deslocamento 8 km – total: 694 km
Com uma especial de mais de 600 quilômetros, os competidores estarão na estrada da Patagônia , que vem acompanhada de uma troca significativa de terreno. A paisagem é mais ondulada e positiva para os que gostam de grandes curvas. Devem se orientar pelos lagos que cercam o caminho e pela grande quantidade de flamingos rosas presentes no local.

4ª etapa – terça-feira – 6 de janeiro: Jacobacci / Neuquén

Deslocamento 4 km / especial 459 km / deslocamento 25 km – total: 488 km
No começo desta etapa, os trechos de pedra vão exigir muito dos braços dos motociclistas. As primeiras porções de areia e os vários trechos fora da pista encantarão os amadores. É preciso cuidado, pois o erros podem começar a custar caro. Os favoritos podem começar a aparecer.

5ª etapa – quarta-feira – 7 de janeiro: Neuquén / San Rafael

Deslocamento 173 km / especial 506 km / deslocamento 84 km – total: 763 km
O teste mais importante da primeira semana, talvez será o caminho para San Rafael. A grande quilometragem obrigará os competidores a manter um nível de concentração constante. Os pilotos também estarão confrontados a verdadeiros trechos de dunas. Grandes trechos fora da pista vão se alternar com partes muito mais técnicas, na subida dos rios. A Cordilheira ocupa o horizonte.

6ª etapa – quinta-feira – 8 de janeiro: San Rafael / Mendoza

Deslocamento 76 km / especial 395 km / deslocamento: 154 km
O programa do dia está repleto de obstáculos, já que no começo da especial terão que passar por cerca de 60 quilômetros de dunas. O traçado é propício à velocidade na segunda parte. Ao chegar a Mendoza, o rali entra no maciço andino.

7ª etapa – sexta-feira – 9 de janeiro: Mendoza / Valparaíso

Deslocamento 80 km / especial 419 km / deslocamento 317 km – total: 816 km
A variedade de terrenos e de paisagens, elementos constantes do Dakar 2009, se manifesta outra vez nesta etapa onde a maioria dos competidores conhecerão a Cordilheira dos Andes. Antes de enfrenta-la, deverão deixar para trás uma série de dunas e uma de fesh-fesh idêntica a do Saara. Na montanha, se tratará da única especial com mais de três mil metros de altitude em caminhos técnicos. Logo os competidores passarão a fronteira para chegar a Valparaíso.

Sábado – 10 de janeiro: Dia de Descanso – Valparaíso

8ª etapa – domingo – 11 de janeiro 2009
Valparaíso / La Serena

Deslocamento 245 km / especial 294 km / deslocamento 113 km – total: 652 km
Traz uma jornada de descanso nas orelhas do Oceano Pacífico. Os experts em controlar os carros, as trajetórias e as grandes freadas terão vantagem. Mas, para os líderes do rali há muito a perder nesta etapa.

9ª etapa – segunda-feira – 12 de janeiro: La Serena / Copiapó

Deslocamento 88 km / especial 449 km / deslocamento 0 km – total: 537 km
A pontuação do Deserto do Atacama, considerado o mais árido do mundo, poderá ser sentida pelos competidores. Aqueles que esperam encontrar muitas dunas ficarão plenamente satisfeitos. Mas também terão uma boa quantidade de pedras. Esta etapa terá muitas trocas de terreno. O posicionamento das dificuldades, com grandes porções de dunas no final irá forçar aos pilotos manter suas forças e mostrar a polivalência.

10ª etapa – terça-feira – 13 de janeiro: Copiapó

Deslocamento 20 km / especial 666 km / deslocamento 0 km – total: 686 km
A especial deste dia é simplemente a mais longa e a mais difícil do rali. Como no dia anterior, é ao final do dia que os competidores encontrarão uma série de dunas de cerca de 100 quilômetros. Neste âmbito, inclusive os maiores especialistas terão um sentimento de novidade. As dunas chilenas são verdadeiras montanhas de areia que terão de aprender a escalar. Com o intenso calor da região, ninguém conhece o comportamento da areia.

11ª etapa – quarta-feira – 14 de janeiro: Copiapó / Fiambalá

Deslocamento 20 km / especial 215 km / deslocamento 445 km – total 680 km
Na etapa mais majestosa do rali, a dedicação dos navegadores será muito importante. Pela manhã, os veículos saem do Oceano Pacífico para seguir em direção à fronteira. O retorno a Argentina será em um marco encantador, no Passo São Francisco, a cerca de 4700 metros de altura. Existe a possibilidade do rali encontrar o inverno boliviano, um fenômeno raro que provoca as vezes nevada em pleno verão.

12ª etapa – quinta-feira – 15 de janeiro: Fiambalá / La Rioja

Deslocamento 4 km / especial 253 km / deslocamento 261 km – total 518 km
A especial do dia é um concentrado de técnicas. Vários tipos de dunas estarão presentes, incluindo as temidas dunas brancas. A três dias da chegada, esta etapa pode mudar a hierarquia, especialmente pelos veículos de assistência não terem acesso. A regra absoluta é saber poupar o veículo.

13ª etapa – sexta-feira – 16 de janeiro: La Rioja / Córdoba

Deslocamento 161 km / especial 545 km / deslocamento 47 km – total: 753 km
Depois dos milhares de quilômetros percorridos, esta penúltima etapa constitui um desafio físico de primeira ordem. Os pilotos de ponta deverão manter suas posições, enquanto os amadores deverão preservar o excesso de confiança. Os erros poderão deixar recordações amargas, já que será a jornada dos cactos.

14ª etapa – sábado – 17 de janeiro: Córdoba / Buenos Aires

Deslocamento 224 km / especial 227 km / deslocamento 341 km – total: 792 km
Depois de explorarem os estados-continentes, os competidores encontrarão um tipo de paisagem familiar. Neste longo caminhos a percorrer, a concentração é a ordem do dia. Aqueles que chegarem classificados a Buenos Aires terão terminado a competição mais impressionante realizada e seguirão sendo os primeiros para sempre.

Domingo – 18 de janeiro: Premiação em Buenos Aires

Você pode conferir mais sobre o Rally no site Webventure e no site oficial da Equipe  HONDA


CONFIRMADO: Dakar 2009 Na América do Sul

12 12UTC Fevereiro 12UTC 2008

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Agora é oficial! Após  29 edições em território africano e o cancelamento da 30ª edição por causa das ameaças terroristas, a prova criada por Thierry Sabine em 1979 mudará de continente. 

“Isso seria ótimo, pois é a oportunidade para que mais brasileiros participem da competição. Além disso, o Deserto do Atacama é tão bom quanto o Saara, inclusive com dunas mais altas”, afirmou o piloto Jean Azevedo, que já fez nove edições da maior prova off road do mundo. Jean competiu em 2007 no “Por Las Pampas Rally”, que acontece na Argentina e no Chile e treina constantemente no Atacama. 

O Presidente da ASO – AMAURY SPORT ORGANISATION, Patric Clerc e o Diretor do Dakar, Etienne Lavigne anunciaram que o Dakar 2009 acontecerá na Argentina e Chile, entre os dias 3 a 18 de janeiro de 2009. Terá aproximadamente 9 mil quilômetros dos quais 6 mil serão de especiais cronometradas com largada e chegada em Buenos Aires e indo até Valparaiso, pelo Deserto do Atacama.

O tradicional Rally Dakar irá pela primeira vez à America do Sul em 2009. Nos últimos 30 anos aconteceu no território Africano, onde cresceu e se converteu em um dos maiores eventos da agenda internacional. Competição de grande nível a alto grau de dificuldade, mistura grandes campeões e pilotos amadores e através de anos a prova veio se internacionalizando, chegando a reunir pilotos de 52 nacionalidades diferentes.

Segundo informações da ASO, o Dakar possui um espírito constante de busca pela aventura. Já visitou 21 países africanos durante sua história e tem vocação de explorar todos os desertos do mundo. Por isso a ASO estuda a possibilidade de que outros territórios possam acolher também o Dakar. 

Para 2009 a prova espera manter o espírito de desafio intacto, por isso aceitou o convite de Argentina e Chile, países com os quais a organização estava em contato havia já alguns anos.

Os organizadores foram convencidos pelo descobrimento de novos territórios, nos quais não faltarão os desafios de navegação e a transposição de novos obstáculos, com variado estilo topográfico, magníficas paisagens e excelente infraestrutura.

As inscições para este novo desafio começam em 15 de maio de 2008. Os participantes que haviam feito inscrições para a prova de 2008 tem prioridade e durante um mês terão uma taxa de inscrição com preço diferenciado.

Mais informações no site oficial. CLIQUE AQUI


Revista Grátis – Motocross Digital

7 07UTC Fevereiro 07UTC 2008

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Depois do cancelamento do Dakar 2008, Rally dos Sertões vira melhor alternativa

7 07UTC Janeiro 07UTC 2008

Pela primeira vez em 30 anos o Rally Dakar foi cancelado. A atitude da organização, a apenas 24 horas da largada, foi justificada pela ameaça de terrorismo contra a caravana do rally na Mauritânia, que colocaria em risco os participantes da competição.

Depois das ameaças terroristas que fizeram com que o Dakar fosse cancelado, o Rally Internacional dos Sertões, realizado há 16 anos no Brasil, pode ser a melhor alternativa para esse tipo de competição que envolve carros, motos, caminhões e quadriciclos. A prova brasileira é o maior evento off-road das Américas e acontecerá de 18 a 28 de junho  com cerca de 5.000 quilômetros entre Goiás, na região central do país, e o Nordeste.

O Sertões tem vários pontos a favor. Já faz parte do Campeonato Mundial de Rally Cross Country para motos e quadriciclos e está no calendário oficial da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) desde 2007. Também oferece todas as vantagens para a realização desse tipo de prova: no Brasil não existem ataques ou ameaças terroristas; as regiões por onde passa a competição têm baixa densidade demográfica (segurança a mais para a população local) e, ao contrário de outros ralis, o roteiro seria desenvolvido em um país, uma preocupação a menos para os participantes – apenas uma moeda local, política e costumes únicos e somente um idioma. O Dakar atravessa pelo menos cinco países, cada um com características próprias.

O Sertões já contou com a participação de grandes nomes do rali, como o francês Cyril Després, campeão do mundo e também do Dakar nas motos, os espanhóis Marc Coma e Jordi Arcarons e o austríaco Heinz Kinigadner, entre outros.

A prova brasileira é organizada pelo empresário Marcos Ermírio de Moraes, presidente da Dunas Race. A largada acontecerá em Goiás e a chegada vai ser em uma praia do Nordeste. Ao todo serão, aproximadamente, 5.000 quilômetros. Em 2007, o Sertões reuniu 250 participantes distribuídos em 82 motos, 60 carros, 10 caminhões e oito quadriciclos.

*Mais no site MOTOX


Rally Dakar 2008 terá 10 brasileiros

28 28UTC Dezembro 28UTC 2007

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Jean estará com nova moto

 por Redação Webventure

A edição 2008 do maior rali do mundo contará com a presença de 10 brasileiros, um a menos do que na edição 2007, sendo que quase metade deles fará sua estréia na competição. A prova, que completa 30 edições, começa no dia 5 de janeiro em Portugal e terá 9.273 quilômetros e 5.736 de especiais.

As estréias ficam por conta de Rodolpho Mattheis e Zé Hélio, nas Motos, e João Antonio Franciosi e Sergio Williams, nos Carros. O veterano Klever Kolberg, primeiro brasileiro a competir no Rally Dakar ao lado de André Azevedo, não estará presente na prova deste ano, após 20 participações consecutivas.

Zé Hélio, que foi o campeão do Rally dos Sertões deste ano, vai para o Dakar com apoio extra-oficial da equipe Honda e tem grandes chances de conquistar boas colocações.

O experiente Jean Azevedo vai para seu 10º Rally Dakar estreando uma nova moto. Na edição 2007, o brasileiro venceu a penúltima especial, mas terminou o rali na 25ª colocação. Em 1997, conquistou o título na categoria Motos Production e, em 2003, obteve o quinto lugar na geral das Motos. Jean é pentacampeão do Rally dos Sertões e hexacampeão brasileiro de cross-country, além de dois títulos no Brasileiro de Enduro.

Sylvio Barros, que já foi campeão do Sertões na categoria Production, estreou no Dakar em 2007, mas sofreu um acidente na quarta etapa, luxou a mão esquerda, e não completou a prova.

Carros e caminhões – Nos carros, Franciosi estará ao lado do experiente navegador Lourival Roldan, que vai para seu quinto Dakar. No Rally dos Sertões deste ano, Franciosi terminou na segunda colocação da classificação geral, ao lado de Eduardo Bampi.

Também estreando nos Carros está Sergio Williams, que correrá com um Troller ao lado do navegador francês Laurent Tarnaud.

Paulo Nobre, o Palmeirinha, completa a lista de brasileiros nos Carros. O piloto, que tem apoio da equipe oficial da BMW, vai para seu terceiro Dakar, e o segundo ao lado do navegador português Filipe Palmeiro.

Nos Caminhões, apenas uma dupla brasileira: André Azevedo e Maykel Justo, que competem com um veículo tcheco, o Tatra. Ao lado deles, o mecânico Mira Martinec, da República Tcheca, completa o caminhão.

André, que estreou no Dakar em 1988, vai para sua 21ª participação no maior rali do mundo. Em 1991, conquistou o título na categoria Motos Maratona, sendo o primeiro não-europeu a vencer uma categoria. Em 1999 estreou nos Caminhões e permanece até hoje. Em 2003, o melhor resultado, o vice-campeonato geral da prova.