PRÓ MOTO 95: Já está nas Bancas de todo o país!

9 09UTC Novembro 09UTC 2009

capa95offroadgrande

Está pronta a edição de OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 da Revista Pró Moto, a maior publicação do Motociclismo Brasileiro, com 228 páginas e muito mais conteúdo.

Nesta edição você verá um Raio-X completo da Honda CRF 230 de Dário Júlio, tri campeão do Enduro da Independência e do Campeonato Brasileiro de Regularidade. Com esta moto ele venceu as maiores provas do país e você ficará sabendo como adquirir todos os acessórios no mercado nacional.

Confira uma sensacional matéria sobre Hill Climb, a subida da Montanha Impossível, com motos que usam pneus e rodas de carro, em motores de mais de 1.000 cilindradas. Só não pode cair lá de cima, senão o tombo é certo.

Momentos exclusivos do Mundial de Motocross, etapa de Canelinha, Santa Catarina. Estivemos com 2 fotógrafos presentes ao evento, trazendo para os nossos leitores belíssimas fotos.

O conceituado preparador Duda Carradori passa dicas para manutenção de sua moto. Em outra matéria técnica você verá várias dicas para regular a suspensão da moto.

Tem também uma matéria sobre o Tuca Porreta e sua volta às competições, no Rally de Januária.

A Pró Moto 95 já está disponível nas melhores bancas de Revista do país, bem como nas principais lojas de moto. São mais de 1.650 bancas de Revista e pontos de venda, em todo o Brasil, e 20 mil exemplares disponíveis.

 

Se você ainda não é um assinante da Pró Moto, faça agora mesmo a sua assinatura, acesse:

http://www.revistapro.com.br/

 


Dário Júlio é tricampeão brasileiro do Enduro de Regularidade

22 22UTC Outubro 22UTC 2009

O piloto mineiro Dário Júlio, da Equipe Honda, conquistou neste último domingo o tricampeonato brasileiro de Enduro de Regularidade depois de terminar em segundo lugar no Enduro dos Marechais, em Alagoas.

Sandro Hofmann, companheiro de equipe, ficou em terceiro neste final de semana e garantiu o vice-campeonato brasileiro, com dobradinha da marca.

A prova em Alagoas foi válida pela 19ª e 20ª etapas do Brasileiro de Enduro, que desde o início em fevereiro prometia uma disputa acirrada entre os dois pilotos. A rivalidade foi o destaque nas etapas em todo o país.

Imagens: João Andrade/VIPCOMM TV


Comentário Recebido no site

13 13UTC Outubro 13UTC 2009

Recebi do Gabriel o seguinte comentário no site:

Gostaria que você fizesse uma matéria sobre a moto do Dario Julio. A moto dele deve ser muito bem preparada.

Ele compete com motos muito superiores, de cilindradas maiores, a moto dele deve ser muito boa.

Gostaria que fizesse uma matéria sobre a preparação da moto dele…

Flow, valew!

Curto muito esse seu site….legal.

t+++++++++

Fico na resposta,

Gabriel

Bem Gabriel, já coloquei aqui no site algumas alterações que o Dário fez na sua moto. A matéria que você está sugerindo, com todas as alterações da moto saiu na edição da revista Promoto que já está nas bancas (out/nov).

Lá o Renato Furmann “Jeca Jóia” colocou todas as alterações realizadas na moto do Dário. Alterações no motor, suspensões, carburador, pedaleiras, guidão, etc.

A única observação que faço é que na revista saiu que o Dário usa emuladores na supensão dianteira, quando na verdade ele compete com sua CRF 230 utilizando suspensões da XR 400, importada.

Adquira a nova revista Promoto e confira todas as alterações da moto do Dário Júlio.


Motorama Honda leva pilotos para disputas no Salão Duas Rodas

8 08UTC Outubro 08UTC 2009

Marca terá grandes nomes do motociclismo em estande no evento, além de exibir máquinas usadas nas principais disputas no país

clique para ampliar

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O Salão Duas Rodas, que foi aberto nesta quarta-feira, dia 7, no Anhembi em São Paulo, está contando com atrações extras no estande da Honda. A marca instalou um “motorama” para competições com participação do público e grandes pilotos do Team Honda de competições. Com circuito oval, o Motorama Honda tem oito pistas. Em cada prova serão sete visitantes contra um piloto da Equipe Honda. A pista vai oferecer ainda prêmios: bonés Honda aos vencedores das corridas.

Os visitantes também podem ver algumas máquinas usadas nas principais competições nacionais, como as motos de Zé Hélio nas disputas de Rally, a máquina usada por Dário Júlio no Brasileiro de Enduro ou a 150cc de Everaldo Filho nas provas de motocross.

Há ainda alguns destaques com perfil internacional, como a moto usada por Jorge Balbi no Mundial de Moto GP. O público vai ver também a moto usada por Wellington Garcia na conquista das duas principais categorias do Brasileiro de MotoCross, a MX1 e MX2, em 2009.


Preparação de Honda CRF 230F

25 25UTC Setembro 25UTC 2009

Recebo constantemente perguntas sobre o que fiz na minha CRF 230 e o que vale a pena fazer. Porque existem hoje inúmeras opções de peças e acessórios no mercado.

Se quiser dá pra gastar quase o preço de uma moto importada preparando uma 230.

Só pra citar algumas, dá pra trocar/preparar: Acelerador rápido, guidão Fat Bar, adaptadores de guidão, protetor de mão, tampa do tanque de alumínio, magueira do tanque com trava em alumínio, suspensão dianteira, comando de válvulas, mola de comando, mola de embreagem, Ibooster, CDI, cabeçote, coletor e carburador, filtro de ar, pedal de câmbio, mola de amortecedor traseiro, link de suspensão, escapamento (Cano e ponteira) , protetor de motor, protetor de quadro,  protetor das tampas de motor e muito mais…

fotos zé coelho 574

Utilizo minha moto para enduro/trilhas e as alterações que já fiz na minha moto foram:

- Troca de Guidão por um Fat Bar: algumas pessoas acham caro a troca do guidão, mas a vantagem de trocar é que melhora muito a posição de pilotagem e o guidão de alumínio é muito mais resistente e muito difícil de empenar. E além disso, você pode tirar o guidão quando for trocar a moto e colocá-lo na nova.

- Troca dos Giclês (os originais são 42 e 142, coloquei 45 e 145) = foi o que deu melhor resultado em performance, melhora muito o torque e a retomada de aceleração.

- Cano e Ponteira BBR: depois da troca dos giclês, foi o que deu mais resultado. A moto melhora muito a performance. Se não quiser gastar tanto num cano e ponteira BBR (importado), existem outras boa opções nacionais.

ponteira BBR

- Troca do filtro de ar por um Twin Air: respira melhor e protege melhor o motor contra poeira

- Furos na caixa de filtro de ar: pra melhorar a entrada de ar

- Válvulas na suspensão dianteira: o ideal é preparar as suspensões numa empresa especializada (Zenni, Polaco, etc)

- Coroa de alumínio de 47 dentes

- Manete de embreagem Wirtz de 3 pontos: muito mais macia e confortável, além de mais resistente

manete wirtz 3 pontos

- Protetor de mão Acerbis: Protetor de mão é item indispensável nas trilhas. Além de proteger as manetes em caso de queda, protege as mãos contra galhos, cipós, etc.

Guia de corrente de alumínio: esse é um ítem indispensável também. Com o guia original, em material pouco resistente, é só bater em uma pedra que a corrente sai e normalmente embola no pinhão. Coloquei um guia da R2.

guia de corrente R2 pra CRF 230

Pra quem é mais alto uma sugestão são os alongadores de guidão. Existem hoje vários modelos no mercado, inclusive jogando o guidão um pouco mais pra frente.

Bom, acho que o básico é isso, já deixa a moto bem esperta e pronta mesmo pras trilhas.


Curvas e Ponteiras para CRF 230

26 26UTC Maio 26UTC 2009

Ponteira SS4 - BRC   Curva Power - BRC   Ponteira SS4 - BRC - Dário Júlio

Dando uma viajada pela internet vi a grande quantidade de acessórios para a CRF 230  e a grande dúvida por parte dos seus proprietários.

No site CRF 230 há um fórum onde os proprietários trocam experiências e dúvidas. Só sobre escapamentos (curvas e ponteiras) são vários tópicos. Existem ponteiras nacionais e importadas de todos os tipos. Dore, Pro Circuit, Dr D, BBR, BRC, Pro Tork, dentre várias outras marcas.

Acima a foto da CRF 230  de Dário Júlio, atual bicampeão brasileiro de enduro, com o modelo SS4 da BRC.

Na ADRENALINA MOTO RACING  existem vários modelos, e eles cobrem qualquer oferta. Confira CLICANDO AQUI.


Motocicletas Honda CRF 450R 2009 são preparadas em Indaiatuba (SP)

20 20UTC Fevereiro 20UTC 2009

2009 Honda CRF450R

Taichi Honda, líder do projeto desenvolvido no Japão, foi cuidar pessoalmente da preparação das novas Honda CRF 450R 
Indaiatuba (SP) - As máquinas que prometem ser as protagonistas do Campeonato Brasileiro de Motocross estão em fase final de preparação no Centro Educacional de Trânsito Honda (CETH), em Indaiatuba, interior paulista. A versão 2009 da Honda CRF 450R tem como principais novidades a geometria do chassi e a inclusão da injeção eletrônica.

Líder do projeto desenvolvido no Japão, Taichi Honda cuidou pessoalmente dos ajustes da moto. “Foi desenvolvido um novo conceito de motocicleta para facilitar a pilotagem e ganhar melhor performance de tempo. O chassi, com massa bastante concentrada, melhora o desempenho desde a largada. E a injeção eletrônica evita que haja alterações de regulagem ocasionadas pela temperatura, por exemplo”, comentou o japonês.

A estréia da nova motocicleta na categoria MX1 do Brasileiro está marcada para os dias 28 e 29 de março, no CETH, palco da primeira etapa da competição.

Confira as entrevistas exclusivas de vídeo com Taichi Honda:
Apresentação geral Honda CRF 450R 2009 – clique aqui


Freio à Disco Traseiro da CRF 230

15 15UTC Fevereiro 15UTC 2008

Para quem busca melhorias na CRF 230 já existem boas opções no mercado. Como por exemplo o sistema de freio à disco traseiro com disco wave. A Adrenalina (nossa nova parceira) vende o sistema completo. Acompanha: cilindro mestre, cilindro de freio Nissin, flexível de freio, mangueira, reservatório de óleo, suporte para fixação do cilindro de freio e flange em alumínio para instalação na roda.

Veja as fotos abaixo:

freio-disco-crf.jpg                  freio-disco-crf-2.jpg

 

Para comprar, visite o site da Adrenalina. Lá tem completa linha de peças e acessórios, não só para a CRF, mas para todas as motos. Clique no banner abaixo:

adrenalina-banner.gif 

 


Dúvida do Internauta

7 07UTC Fevereiro 07UTC 2008

O internauta Davidson escreve com a seguinte dúvida:

Gostaria de saber porque a CRF 230F “fuma” por alguns instantes ao dar partida???
 

Bom, respondendo ao Dawidson e aos outros internautas do site:

São vários os possíveis motivos que fazem a CRF fumar quando fria. E pode ficar tranquilo que não é nada grave não, isso é normal (A não ser que continue fumando quando o motor estiver quente). Se vc for em uma concessionária Honda pode ver que mesmo a  CRF “0km” fuma um pouco quando vc a liga com motor frio.

É possível que seja pela acumulação de óleo no fundo do filtro que é queimado ao ligar o motor e em seguida desaparece.

Pode ser também pela “borra’ da gasolina que fica no carburador (quando vc desliga a moto fica um pouco de gasolina no carburador, e quando a gasolina evapora fica um pouco de borra/resíduos). E a gasolina parada apodrece também. A gasolina podre perde sua octanagem e não fornece as condições necessárias para o funcionamento normal do motor. Um motor funcionando com gasolina velha pode apresentar falta de lenta e saída de fumaça preta pelo escapamento.

Também pode ocorrer a fumaça porque fica um acúmulo de óleo no cabeçote que eventualmente passa p/ a câmara de combustão pelos retentores de válvulas. O excesso de óleo no motor também colabora p/ a fumaceira.

Porém, fique de olho, o que não pode ocorrer é fumar direto (andando e com motor aquecido).

Verifique sempre o nível de óleo do motor:
1. Apóie a motocicleta na posição vertical numa superfície plana e firme.
2. Acione o motor e deixe-o funcionar em marcha lenta por 3 a 5 minutos.
3. Desligue o motor. Após 2 a 3 minutos remova a tampa/vareta medidora do nível do óleo. Limpe-a com um pano seco e reinstale-a SEM ROSQUEAR. Remova-a novamente e verifique o nível do óleo. O nível deverá estar entre as marcas superior e inferior da vareta.
4. Se necessário, adicione o óleo recomendado, até atingir a marca de nível superior. Não abasteça excessivamente.

OBS.: Você sabia que a Honda disponibiliza um 0800 para atender você? Segundo o Manual, você deve entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente Honda, que tomará as providências para assegurar sua satisfação, toda vez que um problema em sua CRF não for solucionado na rede de concessionárias autorizadas.
Atendimento ao cliente: 0800 55 22 21 (Segunda a sexta-feira das 08h30 às 18h / dias úteis).


Cerapió – Resultado do 2º Dia

25 25UTC Janeiro 25UTC 2008

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Tudo embolado na categoria Máster. Dário Júlio que havia  ficado em 5º no primeiro dia venceu o segundo.  Jomar Grecco, que venceu o primeiro dia ficou em 2º, apenas 3 pontos atrás de Dário e lidera a categoria. Sandro Hoffmann foi 4º.

Veja Resultado completo do 2º dia CLICANDO AQUI ou AQUI


PROMOÇÕES ADRENALINA DE NATAL

28 28UTC Dezembro 28UTC 2007

CRF 230 X TTR 230

26 26UTC Dezembro 26UTC 2007

crf-2008.jpg   yamaha_ttr_230.jpg

Alguns dias atrás tive a oportunidade de testar a nova TTR 230 da Yamaha. Coloquei em um post lá embaixo que depois colocaria aqui minhas impressões. Nesse meio tempo, recebi várias ligações e muita gente me perguntou a minha opinião e as diferenças entre as duas, a CRF da Honda e a TTR da Yamaha.

Em vez de apenas colocar aqui a minha impressão sobre a TTR, farei diferente. Colocarei a minha impressão sobre ela ( já falei aqui as minhas impressões sobre a CRF no post: “Test Drive – CRF 230″) e farei uma análise entre as principais vantagens e desvantagens de ambas.

Quero aqui dizer, antes de começar a entrar nos detalhes, que é apenas minha opinião pessoal, às vezes o que é um ponto negativo pra mim pode ser positivo pra outro ( e vice-versa).

Confesso que apesar de ser um amante das motos 2 tempos, fui surpreendido com essas 4 tempos. Já estou andando na CRF há quase 3 meses e já andei perto de 1.500 quilômetros, enquanto com a Yamaha não andei mais que 30 minutos, mas deu pra ter uma noção das diferenças, já que desci de uma e subi na outra imediatamente. Vale aqui outra observação: estava andando na CRF 2007, e a 2008 já tem algumas mudanças, como guidão mais alto e mais largo.

Estava fazendo uma trilha com alguns amigos, enquanto Fáusio “Bicho do Mato” Silva realizava seu “Desafio do Ano de Enduro Fim”. Aproveitei e participei com a CRF. Depois de fazer duas voltas pelo circuito, cheguei ao Bar do Fernando, onde a DN Motos estava realizando o Test Drive da TTR. Desci da CRF e subi na TTR.

De cara já senti a diferença de posição das duas motos. Achei a pedaleira da TTR mais próxima do banco, com isso as pernas ficam mais dobradas. Eu que não tenho nem 1,70m já senti a diferença, acho que quem for maior que eu vai sentir mais. Tirei essa dúvida na semana passada quando pude medir a distância da pedaleira para o banco e a CRF tem 4 centímetros a mais que a TTR.

Saí com a TTR e aproveitei, já que estava tendo o Enduro Fim, pra marcar meu tempo na TTR, já que havia feito o mesmo percurso na CRF. O fato é que com a TTR consegui baixar o tempo em 9 segundos (TTR: 3min 06seg / CRF: 3min 15seg). Considerando que já conhecia o percurso por ter dado 2 voltas com a CRF, a tendência era mesmo baixar o tempo, mas acredito que o trecho, por ser com piso irregular, favorecia a TTR por causa da suspensão dianteira, uma vez que ainda não havia preparado a suspensão da CRF.

Quanto às principais diferenças entre ambas, vamos lá:

Enquanto a CRF tem um motor melhor em baixas e médias rotações, melhor para trilhas mais travadas, a TTR tem uma melhor resposta nas altas rotações.

Outra diferença que percebi de imediato foi em relação às suspensões dianteiras. A CRF tem um amortecimento frontal mais progressivo e maior rendimento no final de curso (como nos saltos ou em maior velocidade). Já a TTR tem uma melhor resposta nos pisos irregulares (como costelas e erosões).

De resto, pouca diferença entre ambas. Freios, suspensões traseiras, estabilidade, aderência… Tudo muito parecido.

Querem que eu saia de cima do muro? Quer saber qual a melhor? Na minha opinião não existe a “melhor”. Vai depender do gosto de cada um. A diferença entre as suspensões pode ser alterada com um bom ajuste ou preparação – a minha CRF por exemplo tem a suspensão preparada pela Motosmar. Se quiser alterar a resposta para baixas ou altas rotações, também é possível alterar a relação secundária (coroa/pinhão). Posso dizer que pessoalmente, fico com a CRF. E quem for maior que eu, também acho que a CRF é a melhor escolha já que a diferença principal, que é a distância entre as pedaleiras e o banco, não dá pra alterar… 


Mensagem do Jeca

20 20UTC Dezembro 20UTC 2007

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O nosso Amigo Renato Jeca Jóia Furmann, que agora transformou seu Jornal em revista, manda a seguinte mensagem:

“Olá cumpadre Janjão, obrigado por nos divulgar em seu site. Convido todos os leitores a assinarem a Revista Jeca Jóia Pró. Com a assinatura de cada um poderemos construir um veículo forte, voltado para a divulgação das trilhas, enduros e todo o motociclismo nacional.
São 224 páginas, ou seja, dá para ficar o mês inteiro no banheiro, lendo o Jeca…

Valeu!

Jeca”

Todo mundo conhece o Jornal Jeca Jóia e sabe da qualidade e irreverência do mesmo. Então tá esperando o quê pra assinar? Clica logo AQUI e faça sua assinatura!


Passeio Ecológico Motosmar – Via Terra

14 14UTC Dezembro 14UTC 2007

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 Neste sábado acontece o Passeio Ecológico Motosmar-Via Terra. A largada acontece a partir das 10 da manhã em Frente a Revenda Honda Motosmar. De lá, após algumas trilhas, os pilotos vão realizar o plantio de mudas de árvores próximo à Igreja de São Marcos, em cima da Serra. Após o Plantio, mais trilhas, levantadas por Leandro “Gugu” Santiago.

A chegada acontece no Clube da Monvep, quase em frente ao Max-Min Clube, com um grande churrasco para os pilotos, ao som de muito Pop-Rock da Banda “4 de Copas”.

Lá também acontece a premiação do Campeonato Norte Mineiro de Enduro, onde serão premiados os melhores colocados do Campeonato de Regularidade realizado pelo Trail Clube de Montes Claros.

Vários pilotos das cidade do norte de Minas estarão presentes como Bocaiúva, Januária, Janaúba, Salinas, dentre outras.

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Jeca Jóia agora virou revista

14 14UTC Dezembro 14UTC 2007

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Após 7 anos de Jornal, o Jeca Jóia se transformou em Revista. Serão nada menos do que 224 páginas, contando tudo sobre o motociclismo NACIONAL, com a cobertura que os trilheiros, os enduristas, pilotos de motocross e demais modalidades sempre desejaram.

Segundo meu grande amigo Renato Jeca Jóia Furmann, “Essa mudança do Jornal Jeca Jóia para a Revista Jeca Jóia PRÓ é a realização de um sonho. Há 2 anos penso em me transformar em Revista, mas só agora estou alcançando esse sonho editorial. Digo editorial porque o mercado cresceu e hoje recebo em meu escritório muitas matérias de competições, trilhas e muitas fotos. Não poderia deixar de crescer junto com o mercado e deixar o lado pessoal, que é a realização desse sonho. Você deve imaginar que essa transformação não é fácil, mas estamos trabalhando para que no dia 01 de janeiro de 2008, o mercado e você leitor inicie o ano feliz por ter em mãos a maior Revista Off Road do Brasil. Afinal já era tempo de termos uma Revista que valorizasse as trilhas, o enduro de regularidade e todo motociclismo nacional acima de tudo”.  

Informações básicas:
Nome: Revista JECA JÓIA PRÓ
Lançamento: 01 de Janeiro de 2008
Paginação: 224 páginas
Periodicidade: bimestral
Editor: Renato “Jeca Jóia” Furmann.
Conteúdo em matérias: 10% de Street e 90% de Off-Road (TODAS as modalidades do motociclismo NACIONAL).
Valor da assinatura: R$ 80,00 reais e concorra ao sorteio de 2 motos Zero KM e a mais de R$ 10.000,00 em brindes.

Maiores informações: www.jecajoia.com.br

ou:

Contato: (35) 3722-9777 / assinatura@revistapro.com.br

Jeca Jóia PRÓ off-road – www.jecajoia.com.br
RÁDIO JECA – A 1ª rádio do Motociclismo nacional: www.radiojeca.com.br
MSN: radiojeca@hotmail.com

LOJA VIRTUAL: www.maniademoto.com/jecajoia

BLOG: www.maniademoto.com/jecablog

Jeca Jóia no Orkut: www.orkut.com/Community.aspx?cmm=274456
Rádio Jeca no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=22934759


Test Drive – CRF 230

23 23UTC Outubro 23UTC 2007

crf-2008.jpg

Depois de 3 anos parado, estou de volta ao mundo off-road. Através da Motosmar/Honda, adquiri uma CRF 230, motocicleta de fabricação nacional que era destinada apenas ao mercado externo, mas que agora (já tem cerca de 1 ano) está sendo comercializada no Brasil. A moto é voltada exclusivamente para o off-road, pronta pras trilhas. Nunca tinha andado na CRF, mas muitos amigos que andaram na moto me falavam “a moto foi feita pra vc”, “vc vai adorar a moto”, “pra seu peso e seu tamanho é ideal” e algumas coisas desse tipo. Peso 65 quilos e meço 1,68. Porém ainda tinha alguns preconceitos, apesar de nunca ter andado com a moto. Há uns 20 dias tive a oportunidade de experimentar a CRF, porém não quis tecer nenhum comentário anterior aqui, pois andei apenas uns 30/40 quilômetros de trilhas leves. No penúltimo final de semana andei mais, andei cerca de 100 quilômetros de trilhas mais pesadas na sexta-feira (feriado) e uns 70 quilômetros no sábado. E no último final de semana participei de um enduro de cerca de 250 quilômetros.

Andei portanto em quase todo tipo de trilhas e em todas as situações, desde uma trilha tranqüila a um enduro, competindo na categoria principal e com um nível bastante competitivo. Andei em todo tipo de terreno e trilha. Trilhas travadas, de média, de alta, pedras, areião, estradas, etc. Deu pra fazer uma análise completa da moto.

Já na primeira oportunidade, alguns de meus preconceitos foram por água abaixo. A moto tem um posicionamento legal, é fininha e super leve. A ciclística é fantástica e a moto é muito fácil de andar. Não cansa e não desgasta o piloto.

Mas o que me surpreendeu mesmo foi o desempenho do motor. A moto é muito mais esperta que a Tornado e aliada ao fato da moto ser muito mais leve, ou talvez por isso mesmo, se porta muito bem nas trilhas e tem ótima resposta, principalmente nas trilhas de baixas e médias velocidades. As retomadas são rápidas e as marchas bem escalonadas. A relação secundária é ideal, bem dimensionada e não precisa alteração, a moto chega fácil aos 80/90 quilômetros por hora. (No enduro cheguei a passar dos 100, pra tirar atraso).

O freio dianteiro é muito bom, a disco. O freio traseiro, apesar de ser a tambor, não deixa a desejar, proporciona freadas suaves e precisas e não trava.

A minha apreensão maior era quanto às suspensões, principalmente dianteira, mas as suspensões são macias e confortáveis. Para quem está começando e para quem pesa menos de 80 quilos, acho que nem precisa alteração. Porém para um estilo de pilotagem um pouco mais agressivo e para pilotos “com um pouco mais de peso”, sugiro colocar um emulador de suspensão na dianteira. O emulador de suspensão permite controlar a velocidade em que a suspensão se desloca e permite algumas regulagens, tanto na absorção de impactos quanto no retorno da suspensão.

Conclusão

A minha opinião, conforme já havia escrito aqui antes, é que o mercado vai ser dominado pelas vermelhinhas. A CRF é muito boa e não fica muito atrás das importadas, mas fica muito à frente das outras nacionais. A relação custo/benefício é o ponto alto, já que custa metade do preço de uma importada e a diferença entre elas não é tão grande assim. A moto é muito divertida e atende desde aqueles que estão iniciando nas trilhas quanto aqueles que já tem experiência. Basta lembrar que o Enduro da Independência deste ano foi vencido na categoria Máster por um piloto em uma CRF 230 original, apenas com preparação na suspensão dianteira. Dependendo do percurso, se muito travado, ainda acho que a CRF é mais adequada que muitas importadas.

A conclusão é que a CRF 230 é disparado a melhor escolha entre as motos nacionais para a prática do off-road. Entre qualquer outra moto nacional ou uma importada velha, fico com a CRF 230, sem dúvida nenhuma.

Ah, e quanto ao enduro de que participei no último final de semana, fiquei com o 1º lugar, à frente de uma Yamaha WR 250F e de uma KTM 450F…


CRF 230 preparada pela Zenni Preparações

10 10UTC Setembro 10UTC 2007

Lançada em agosto de 2006 a CRF230 logo tornou-se uma motocicleta ao gosto do aficionado pelo segmento off road. Destinada até então somente para o mercado norte-americano, a moto voltou a oferecer aos brasileiros, após muitos anos, a opção de se adquirir uma motocicleta construída especificamente para o uso no fora de estrada.

Dessa forma, todo seu projeto foi focado no desenvolvimento de um modelo que atendesse às exigências mínimas de quem irá colocar a motocicleta para percorrer as trilhas ou enfrentar os saltos e curvas fechadas de uma pista de motocross.

Embora nos Estados Unidos a CRF 230 seja uma moto destinada ao segmento entry level (iniciantes), por aqui ela faz a alegria tanto daqueles que estão começando no esporte como também, de quem já tem mais tempo de janela mas não está disposto a bancar os elevados custos de manutenção provenientes de uma moto importada. Com isso, rapidamente começaram a surgir peças e kits de preparação voltados a melhorar a performance da moto.

Uma das soluções interessantes presentes no mercado é apresentada pela Zenni Preparações, que desenvolveu um método de melhoramento do modelo, sem alterar sua cilindrada. Os ganhos de performance são obtidos sem comprometer a durabilidade do motor, algo muito comum quando da utilização de kits de aumento de cilindrada.

Melhorias
A empresa, sediada em Itu (SP), traz para a CRF 230 a experiência acumulada em diversos anos neste segmento e empresta o know-how de quem prepara motos especiais de competição de alta performance, para a obtenção de melhores respostas tanto do motor, quanto das suspensões, oferecendo um pacote completo de otimizações para o modelo nacional.

Como citado, o motor permanece com sua cilindrada inalterada (223 cm3), bem como o diâmetro e curso do pistão (65,5 x 66,2 cm), entretanto, alguns refinamentos foram realizados o cabeçote, como a redução de peso do magneto e rebalanceamento eletrônico com redução e peso do virabrequim. Com isso, a taxa de compressão do motor pulou dos 9,0:1 para 10,5:1, sem que houvesse qualquer ampliação em sua capacidade volumétrica. O carburador também permaneceu o mesmo (um PD9CE, com diâmetro de venturi de 26,0 mm), mas recebeu refinamentos em seu interior.

Embora a bateria também tenha sido mantida original, um novo CDI foi adotado, com uma nova programação em seu mapa e com essas simples, porém significativas alterações, o resultado no dinamômetro foi evidente: a moto passou de 19,3 cv a 8 mil giros no motor original, para 26,5 cv a 10,5 mil rotações – ganho de mais de 37%.

Tal melhoria também refletiu-se no torque, que pulou do original 1,92 kgf.m a 6,5 mil rpm para 2,3 kgf.m a 7,5 mil rpm (19% a mais de aproveitamento).

Com isso, o motor tornou-se, além de mais forte, mais elástico, contribuindo para uma melhoria em todas as faixas de giro, o que se reflete em mais força em baixas, médias e altas rotações, sem, entretanto, comprometer a durabilidade do propulsor.

Mas como apenas ganhos no motor não são capazes por si de oferecerem melhorias na performance da motocicleta como um todo, a Zenni Preparações também desenvolveu um trabalho nas suspensões da CRF 230, capaz de ampliar seu curso e oferecer melhores respostas. Com o conhecimento adquirido ao longo de mais de 18 anos de experiência no segmento e também com a realização de cursos nos Estados Unidos, a empresa criou novas suspensões, que agora, contam com a possibilidade de regulagens por sistema de clicks (semelhante aos encontrados nas importadas). Embora mantido, o sistema telescópico nos garfos foi adotado de nova genética e molas que além de oferecerem um funcionamento mais otimizado de acordo com as características físicas e técnicas de cada piloto que permite que o curso fosse ampliado de 240 mm para 250 mm; na traseira, foi mantido o sistema de monoamortecedor com link, mas agora conta com a opção de regulagem e com novo curso: de 240 mm para 250 mm.

Com isso, abre-se uma nova possibilidade no segmento, permitindo ao proprietário da motocicleta a opção de obter melhor rendimento de sua moto sem, contudo, alterar a durabilidade de seu motor.

*Extraído do site da Zenni Preparações


CRF 230 -> CRF 270 – Preparada pela Polaco

20 20UTC Junho 20UTC 2007

crf11.jpg

A CRF 230 já era fabricada no Brasil há alguns anos e exportada para o exterior, onde apenas os gringos tinham a oportunidade de degustar um brinquedo tão especial, já que toda sua linha de produção era destinada ao mercado externo.
Com a valorização do Real frente ao dólar, o projeto foi repensado e parte da produção foi destinada ao mercado interno, com a CRF podendo chegar finalmente às nossas mãos.
Com o lançamento da CRF no mercado nacional, várias empresas já estão lançando vários kits para aumentar a performance da moto, como já foi publicado aqui em outros posts. Já colocamos aqui matéria dos kits da IKAT DO BRASIL e do SANDRO HOFFMANN

Agora, mais uma empresa lança um kit de preparação para a CRF 230. A Polaco Motos / Polaco Preparações, que está lançando também um kit de 400cc para a Honda Tornado, está também lançando no mercado mais um kit de preparação para a Honda CRF 230.

A Polaco está desenvolvendo um projeto especial incluindo motor, suspensão, freios e um design totalmente arrojado.

Segundo o site da empresa, foram seis meses de trabalho rigoroso em banco de provas e pista de testes, para fazer uma apresentação da off-road nacional preparada pela Polaco Motos, a nova Honda CRF 270cc.

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Vão aí as preparações da POLACO com os respectivos preços:

Kit do Motor:
Foi feito a troca do cilindro, pistão, anel e biela.
Cilindro em cromo duro forjado e pistão com saia Grafitada, anéis em cromo duro e biela reforçada c/diametro 17mm no pino de pistão, ambos marca Honda. Peças importadas made in japan. R$ 1.100,00

Cabeçote:
Foi feito uma preparação no fluxo e ângulos de válvula ad, ex. Também temos a opção de instalação de válvulas ad, ex com diâmetros maiores.
R$ 250,00

Comando:
Foi instalado um comando com a graduação de quase 300graus e com over lap bem diferenciado do original. R$ 380,00

Carburador:
Manteve o original porem foi aumentado o diâmetro do venturi e do pistonete em 30% e foi feito uma preparação nos difusores e giclês p/ uma pulverização ideal de mistura. R$ 200,00

Ignição:
Manteve o original mas foi desenvolvido um remapeamento para ter um novo grau de avanço, permanecendo o limite de giro.

Sistema de ar:
Foi feito uma espuma com formato maior, porém com 3 estágios filtrantes. Retrabalhamos a caixa e condutor de ar para uma perfeita eficiência volumétrica. R$150,00

Embreagem:
Foi instalado discos e separadores a mais do original com molas especiais, permanecendo o conforto no manuseio da embreagem. R$ 300,00

Conjunto de escapamentos:
Foi desenvolvido um coletor com 42,5mm na saída do motor com expansor de gás até a junção. R$ 180,00

Na ponteira foi usado um coletor de 50mm ambos cromados e o abafador especial mais curto da marca pro-tork mod. 788 e também no modelo V-Pró.
R$ 500,00

Além de tudo foi construído uma versão com duplo escapamento com tubos dimensionados. R$ 800,00

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Versão com Duplo Escapamento

Suspensão:
Foi aumentado o curso da suspensão em 30mm e instalado válvulas emuladoras na dianteira. Ambos utilizados fluídos sintéticos e na traseira manteve a cápsula de nitro original, porém com uma nova pressão de nitro, sem precisar furar ou cortar o mesmo. Além de aumentar o curso em 25mm, fizemos uma nova genética de revalvulação, para obter uma progressividade no hidráulico. Ideal para quem procura uma maior performance na modalidade a ser praticada. R$ 600,00

Guidão:
Modelo Fat bar com adaptadores, ambos da marca Mônaco Aluminium R$ 450,00

Raiação:
Raios de 4mm importado, especial para motocross (cromados) R$ 400,00

Adesivos personalizados:
Capa do banco antiderrapante, laterais, abas, number plate, balança, bengalas e páralamas R$ 400,00

Freios:
Freio traseiro disco 220mm com pinça brembo, flexível aerokip com parafusos em alumínio e terminais banhados, burrinho de freio Nissin, sistema de fixação comparado com original. A partir de R$900,00

Banhos Especiais:
Banho de cromo niquel ou dourado em peças de ferro e alumínio: parafusos, suporte, molas, porcas, raios, pedais, etc…

Pintura especiais em cores lisas e metálicas (tricout) com efeitos especiais. Pinturas em peças que trabalham em alta temperatura.

Banho de anodização em alumínio fundido e laminado aros, cubos, mesas, etc, em todas as cores. Total Banhos: R$ 2.500,00

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Testes em Dinamômetro

Mais informações sobre a preparação da Polaco para CRF 230 você encontra clicando AQUI